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Dia Mundial da Esclerose Múltipla destaca os cuidados com as principais doenças neurológicas

De acordo com a última atualização feita, em 2013, pela Federação Internacional de Esclerose Múltipla e a OMS, estima-se que existam 40.000 casos da doença no Brasil.

O Dia Mundial da Esclerose Múltipla (EM), lembrado no dia 30 de maio, busca conscientizar sobre esta doença neurológica crônica e autoimune, ou seja, em que as células de defesa do organismo atacam o próprio sistema nervoso central, provocando diversos tipos de lesões.

A Esclerose Múltipla é uma doença que acomete, em geral, pessoas jovens entre 20 e 30 anos, provocando, principalmente, dificuldades motoras e sensitivas. É importante ressaltar que a evolução da doença em cada portador se dá de forma individual e o diagnóstico é realizado por meio, por exemplo, de exames de imagem, como a ressonância magnética.

Na fase inicial, os sintomas da Esclerose Múltipla costumam se apresentar de forma leve e sutil e, geralmente, isso pode durar até os dois primeiros anos da doença. Dependendo da evolução, após esse período inicial, sintomas sensitivos e motores podem se apresentar de forma mais intensa, como fraqueza, formigamento, perda ou distorções visuais e desequilíbrio. “Como em todas as doenças e, principalmente, nas neurológicas, é muito importante que haja o diagnóstico e tratamento precoce. A descoberta tardia da Esclerose Múltipla pode acarretar sequelas neurológicas e impacto na qualidade de vida.

As principais variações da Esclerose Múltipla

A doença pode se desenvolver em dois principais tipos, dependendo de sua evolução. O primeiro é o surto-remissão (remitente-recorrente ou EMRR), a qual é considerada a modalidade mais frequente da doença. Nela, ocorrem sintomas neurológicos em surtos.

Já o segundo tipo, chamado progressiva (primariamente ou secundariamente progressiva – EMPP e EMSP), representam entre 15% e 20% dos quadros e os pacientes apresentam um gradual avanço da doença.

O tratamento

Outra grande característica da Esclerose Múltipla é que a doença que se manifesta em surtos, após diagnosticada, pode ser controlada e, assim, evitar surtos e sequelas. Para isso, é indicado o tratamento com medicamentos imunossupressores e imunomoduladores.

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