Certificações

Unidades Hospitalares

Hospital IGESP Paulista
Hospital Geral Adulto

R. Silvia, 276 - Bela Vista, São Paulo/SP

Hospital IGESP Litoral
Hospital Geral Adulto e Pediátrico

R. Guadalajara, 453 - Guilhermina, Praia Grande/SP

Hospital IGESP Belém
Hospital Geral Adulto, Pediátrico e Maternidade

Em breve

Unidades de Pronto Atendimento

IGESP Santana
Pronto Atendimento
Adulto e Pediátrico: 24h

R. Alferes Magalhães, 315 - Santana, São Paulo/SP

IGESP Guarujá
Pronto Atendimento
Adulto: 24h
Pediátrico: das 8h às 20h

Av. Artur Costa Filho, 215 – Vila Maia, Guarujá/SP

IGESP Santos
Pronto Atendimento
Adulto: 24h

R. Dr. Antônio Bento, 267 – Vila Matias, São Paulo/SP

Unidades Ambulatoriais

IGESP Aeroporto
Unidade Ambulatorial
Seg a Sex 7h às 19h. Sáb 7h às 13h.

R. Baronesa de Bela Vista, 139 – Vila Congonhas, São Paulo/SP

IGESP Alto da Boa Vista
Unidade Ambulatorial
Seg a Sex 7h às 17h. Sáb 7h às 12h.

Av. Santo Amaro, 6635 – Alto da Boa Vista, São Paulo/SP

IGESP Anália Franco
Unidade Ambulatorial
Seg a Sex 7h às 17h. Sáb 7h às 12h.

Av. Álvaro Ramos, 2016 – Água Rasa, São Paulo/SP

IGESP Lapa
Unidade Ambulatorial
Seg a Sex 7h às 19h. Sáb 7h às 13h.

R. Barão de Jundiaí, 353 – Lapa, São Paulo/SP

IGESP Santana
Unidade Ambulatorial
Seg a Sex 07h às 17h. Sáb 7h às 13h.

R. Duarte de Azevedo, 680 – Santana, São Paulo/SP

IGESP Guarujá
Unidade Ambulatorial
Seg a Sex 7h às 17h.

R. Montenegro, 25 - Vila Maia, Guarujá/SP
IGESP Praia Grande

IGESP Litoral
Unidade Ambulatorial – 7º andar do Hospital

R. Guadalajara, 453 – Vila Guilhermina, Praia Grande/SP

IGESP Santos
Unidade Ambulatorial
Seg a Sex 7h às 18h. Sáb 7h às 12h.

Av. Ana Costa, 178 – Gonzaga, Santos/SP

IGESP Santos II
Unidade Ambulatorial
Seg a Sex 7h às 17h.

Av. Dr. Bernardino de Campos, 348 – Campo Grande, Santos/SP

IGESP São Vicente
Unidade Ambulatorial
Seg a Sex 7h às 17h.

R. Jacob Emerich, 921 – Centro, São Vicente/SP

IGESP ABC
Unidade Ambulatorial
Segu a sex das 07h às 17h. Sáb das 07h às 12h.

Av. Pereira Barreto, 792 – Vila Gilda, Santo André

Blog

Café, energético ou pré-treino: qual é a melhor escolha antes do exercício?





Cada alternativa possui composição diferente e pode provocar efeitos distintos no organismo, especialmente no sistema cardiovascular.





Café, suplementos pré-treino e bebidas energéticas estão entre as opções mais utilizadas antes da prática de exercícios físicos e, apesar do objetivo semelhante, cada alternativa possui composição diferente e pode provocar efeitos distintos no organismo, especialmente no sistema cardiovascular.


A cafeína, principal estimulante presente nesses produtos, está associada à melhora do rendimento físico quando consumida em quantidades adequadas. Segundo a International Society of Sports Nutrition, a ingestão de 3 a 6 mg de cafeína por quilo de peso corporal pode contribuir para melhor desempenho em diferentes tipos de exercício.


Ao mesmo tempo, avaliações da European Food Safety Authority indicam que o consumo de até 400 mg por dia é considerado seguro para adultos saudáveis; acima desse nível, aumentam as chances de efeitos como palpitações, ansiedade e alterações na frequência cardíaca.


O cardiologista do Hospital IGESP, Daniel Terrível, explica que o ponto central está na quantidade de estimulantes ingeridos e na forma como eles se combinam. “Produtos com múltiplos compostos estimulantes podem intensificar os efeitos sobre o coração e a circulação. Por esse motivo, compreender a composição de cada opção ajuda a escolher a alternativa mais adequada para o tipo de treino e para a tolerância individual à cafeína”, comenta.



Café, suplemento ou energético?


O café se destaca pela composição simples, uma vez que contém cafeína natural e poucos outros componentes com efeito estimulante, o que permite maior controle sobre a quantidade ingerida e reduz o risco de associação com substâncias que possam intensificar o impacto cardiovascular.


Por esse motivo, costuma ser suficiente para quem busca apenas mais disposição e foco antes do exercício. Em geral, é indicado para atividades físicas moderadas, como caminhadas, corridas leves ou treinos de academia de intensidade moderada.


Já os suplementos pré-treino apresentam fórmulas mais complexas. Além de cafeína, frequentemente incluem aminoácidos, compostos relacionados à resistência muscular e substâncias associadas à vasodilatação. Esse tipo de produto costuma ser utilizado por pessoas que realizam treinos mais intensos ou que buscam melhorar o desempenho físico de forma mais específica.


“A presença de múltiplos ingredientes, no entanto, exige atenção à dose total de estimulantes. Por isso, o consumo costuma ser mais comum entre praticantes de musculação com cargas elevadas, treinos de alta intensidade ou rotinas voltadas ao desempenho esportivo”, afirma o cardiologista do Hospital IGESP.


As bebidas energéticas, por sua vez, também utilizam cafeína como principal estimulante, mas geralmente combinam a substância com altos níveis de açúcar e outros compostos estimulantes, combinação que pode provocar aumento mais rápido da frequência cardíaca e da pressão arterial.


Por esse motivo, o consumo antes da atividade física exige cautela, sobretudo em exercícios intensos ou prolongados. Diferentemente do café ou de suplementos formulados especificamente para treino, os energéticos costumam estar mais associados a situações de cansaço ou necessidade de alerta no cotidiano, como longos períodos de trabalho ou estudo, e não necessariamente a uma estratégia de pré-treino.


“Em muitos casos, quantidades moderadas do estimulante já são suficientes para aumentar a disposição e o foco durante o exercício. Avaliar a presença de outros compostos estimulantes e evitar excessos ajuda a reduzir impactos sobre o sistema cardiovascular e contribui para uma prática esportiva mais segura”, finaliza Daniel Terrível.










Do Nipah às infecções comuns: especialista do Hospital IGESP explica como identificar sintomas e acompanhar a saúde a longo prazo

Mesmo sem casos no Brasil, o estudo do vírus reforça a importância de atenção aos primeiros sintomas e à evolução das infecções virais.

O vírus Nipah tem chamado atenção global nos últimos dias por sua gravidade em alguns países da Ásia e pelo potencial de causar surtos localizados. Embora ainda não tenha registros no Brasil, ele serve como exemplo de como algumas doenças virais podem evoluir silenciosamente.

A taxa de letalidade estimada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) varia conforme o surto e as condições de vigilância e tratamento local, mas geralmente fica entre 40% e 75% das pessoas infectadas. Esse cenário reforça a importância de identificar sinais iniciais e acompanhar a evolução de infecções virais, mesmo quando os sintomas parecem leves ou passageiros.

A evolução da infecção pelo vírus Nipah nem sempre é perceptível de imediato, o que torna o monitoramento contínuo fundamental para prevenir complicações e favorecer uma recuperação completa.

A transmissão do vírus ocorre principalmente pelo contato direto com animais infectados, especialmente morcegos frugívoros e porcos, ou pelo consumo de alimentos contaminados, como frutas e seivas cruas. Também há registro de transmissão de pessoa para pessoa, sobretudo por meio do contato com secreções corporais.

“A prevenção envolve medidas simples, mas essenciais, como evitar o consumo de alimentos potencialmente contaminados, reforçar práticas de higiene, utilizar equipamentos de proteção em ambientes de risco e adotar protocolos rigorosos de controle de infecção. Atualmente, não há tratamento antiviral específico nem vacina aprovada contra o Nipah, sendo o manejo baseado em cuidados de suporte e no acompanhamento clínico contínuo para tratar complicações à medida que surgem”, explica Julio Onita, infectologista do Hospital IGESP.

“Os primeiros sinais de infecção podem ser sutis e facilmente confundidos com resfriados ou outras viroses comuns, como dengue, influenza ou febre amarela. Sintomas como febre baixa, dor de cabeça, cansaço intenso e mal-estar geral podem passar despercebidos, mas indicam que o organismo está reagindo a uma agressão viral. Observar essas manifestações com atenção permite detecção precoce, reduzindo o risco de complicações e evitando que situações mais graves se instalem sem que sejam percebidas”, acrescenta o médico.

Doenças raras e infecções comuns compartilham riscos silenciosos


Estudar vírus como o Nipah reforça que prevenção, atenção aos primeiros sinais e acompanhamento contínuo não são apenas práticas desejáveis, mas essenciais para lidar com doenças emergentes e infecções virais em geral. Esses cuidados contribuem para ampliar a segurança e o bem-estar da população, inclusive em regiões onde o vírus ainda não circula, ao fortalecer uma cultura de vigilância capaz de reduzir riscos e aprimorar a resposta diante de novas ameaças virais.

“Aprender a reconhecer sinais sutis e iniciais e acompanhar a evolução das infecções traz lições valiosas não apenas para doenças raras como o Nipah, mas também para vírus recorrentes como dengue, influenza e febre amarela. Cada organismo reage de maneira única, e sintomas leves podem esconder processos que evoluem silenciosamente”, afirma o especialista do Hospital IGESP.

“A observação cuidadosa e a vigilância contínua tornam-se, assim, ferramentas fundamentais para identificar alterações de saúde antes que se tornem problemas graves, permitindo intervenções mais precisas e eficazes”, finaliza.

Relatório Igualdade Salarial 1º ciclo 2026

A EMPRESA IGESP SA CMC INST GAST SP não tem e proíbe qualquer prática discriminatória e limitativa para efeito de acesso à relação de trabalho, ou de sua manutenção, inclusive relacionada ao salário e ou remuneração, por motivo de gênero, identidade de gênero, origem, raça, cor, religião, estado civil, situação familiar, deficiência, reabilitação profissional, idade, entre outros.

Desta forma, todas as políticas relacionadas ao acesso ao emprego, de sua manutenção e de critérios remuneratórios são baseadas unicamente em critérios permitidos por lei, como por exemplo, observadas as competências e habilidades e, em relação aos critérios salariais, o estabelecido no Art. 461 da CLT.

Acesse:

Relatório IGESP Paulista.

Relatório IGESP Litoral.
Canetas emagrecedoras

Canetas emagrecedoras: especialista do Hospital IGESP explica por que comer melhor e se exercitar ainda é essencial para manter o peso

Uso da medicação não substitui mudanças estruturais na alimentação e no estilo de vida; segundo pesquisa, 58% dos brasileiros afirmam já ter ouvido falar das canetas emagrecedoras.

O avanço das chamadas canetas emagrecedoras colocou os medicamentos injetáveis para perda de peso no centro do debate sobre obesidade e saúde metabólica. Ao atuarem na regulação do apetite e da saciedade, esses fármacos contribuem para a redução da ingestão calórica e para o emagrecimento, mas especialistas alertam que o uso da medicação, por si só, não substitui mudanças na alimentação e no estilo de vida.

Segundo a pesquisa Ipsos Health Service Report 2025, 58% dos brasileiros afirmam já ter ouvido falar das canetas emagrecedoras. Paralelamente, dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) mostram que 32,25% das notificações de eventos adversos relacionados à semaglutida no Brasil estão associadas ao uso fora das indicações aprovadas em bula, proporção cerca de três vezes maior do que a observada na base global da Organização Mundial da Saúde (OMS).

“O cenário reforça a necessidade de uso responsável e acompanhamento médico adequado. As canetas emagrecedoras reduzem a ingestão alimentar porque atuam em vias hormonais ligadas à saciedade e ao esvaziamento gástrico, com sinalização ao sistema nervoso central que o organismo está satisfeito, retardando a digestão, prolongando a sensação de plenitude após as refeições”, explica Andrea Bottoni, nutrólogo do Hospital IGESP. “Com isso, o indivíduo tende a comer menos e a se sentir saciado com porções menores, facilitando a redução do consumo calórico diário.”

Alimentação e exercício como base do tratamento


Apesar dos benefícios, a redução do apetite não garante, por si só, uma alimentação equilibrada. Sem orientação nutricional adequada, é possível diminuir calorias sem assegurar a ingestão correta de nutrientes essenciais, e esse desequilíbrio pode favorecer a perda de massa muscular, reduzir o gasto energético basal e dificultar a manutenção do peso no longo prazo.

“Durante o tratamento, a recomendação é priorizar proteínas magras, como frango, peixe, ovos, carnes magras e verduras, legumes e frutas ricos em fibras, carboidratos complexos (arroz integral, aveia, batata-doce), além de fontes de gorduras boas, como azeite de oliva, abacate, castanhas e sementes”, acrescenta o especialista.

A prática regular de atividade física é outro pilar indispensável, uma vez que o exercício contribui para a preservação e o ganho de massa muscular, melhora a sensibilidade à insulina, aumenta o gasto energético total e ajuda a evitar a desaceleração metabólica associada à perda de peso. Além disso, não se pode descartar os benefícios cardiovasculares, metabólicos e impacto positivo no bem-estar psicológico.

“Dessa forma, as canetas emagrecedoras devem ser encaradas como uma ferramenta complementar, inserida em uma abordagem integrada que inclui reeducação alimentar, atividade física e mudanças comportamentais. A combinação dessas estratégias é fundamental para resultados sustentáveis e para a promoção da saúde de forma ampla, indo além da simples perda de peso”, finaliza o nutrólogo do Hospital IGESP.