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Alimentação equilibrada pode ajudar no controle da gordura visceral e prevenir doenças metabólicas
Acumulada ao redor de órgãos como fígado, pâncreas e intestino, a gordura visceral é considerada uma das mais prejudiciais à saúde, pois, diferentemente da gordura subcutânea, localizada logo abaixo da pele, ela apresenta maior atividade metabólica e está associada ao aumento do risco de doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, hipertensão, entre outras.
O problema está diretamente relacionado à obesidade abdominal, condição cada vez mais frequente na população. Segundo estudo publicado na revista científica Frontiers in Endocrinology, a prevalência de obesidade abdominal entre adultos da América Latina varia entre 40% e 62%, a depender dos critérios diagnósticos adotados.
Embora fatores genéticos, hormonais e comportamentais influenciem esse acúmulo, a alimentação exerce papel importante na prevenção e no controle da gordura visceral quando associada à prática regular de atividade física, sono adequado e acompanhamento médico.
A gordura visceral pode se desenvolver quando há um desequilíbrio prolongado entre a ingestão e o gasto energético. A gordura visceral é resultado de excessos mantidos ao longo do tempo, mas sua formação também sofre influência de fatores hormonais, inflamatórios e genéticos. Além disso, sedentarismo, consumo frequente de alimentos ultraprocessados, bebidas alcoólicas, estresse e privação de sono contribuem significativamente para esse processo.
Além do impacto estético, o excesso de gordura visceral está relacionado à síndrome metabólica, conjunto de condições que inclui aumento da circunferência abdominal, alterações da glicemia, colesterol elevado, aumento dos triglicerídeos e hipertensão arterial. A gordura visceral libera substâncias inflamatórias que favorecem a resistência à insulina e aumentam o risco de diversas doenças crônicas. Por isso, sua redução traz benefícios que vão muito além da perda de peso.
Entre os alimentos que podem contribuir para o controle da gordura visceral estão frutas, verduras, legumes, aveia, feijão, lentilha, grão-de-bico e cereais integrais, importantes fontes de fibras e capazes de promover maior saciedade, auxiliar no controle da glicemia e favorecer o funcionamento intestinal.
Também merecem destaque fontes de gorduras insaturadas, como azeite de oliva, abacate, castanhas, nozes, sementes e peixes ricos em ômega-3, como salmão, sardinha e atum. Fibras e gorduras insaturadas não eliminam a gordura visceral de forma isolada, mas contribuem para um melhor controle metabólico, ajudam na saciedade e podem reduzir processos inflamatórios. Quando inseridos em uma alimentação equilibrada, tornam-se aliados importantes na prevenção e no tratamento.
Por outro lado, o consumo frequente de alimentos ultraprocessados, bebidas açucaradas, doces, embutidos e frituras deve ser limitado, já que o excesso desses produtos pode favorecer o ganho de peso e o acúmulo de gordura abdominal.
A presença de gordura visceral nem sempre está associada à obesidade aparente, já que pessoas com peso considerado adequado também podem apresentar acúmulo excessivo de gordura na região abdominal e alterações metabólicas importantes.
O aumento da circunferência abdominal é um dos principais sinais de alerta, especialmente quando está associado a hipertensão, diabetes, colesterol elevado ou histórico familiar de doenças cardiovasculares. Nesses casos, é fundamental procurar avaliação médica.
A investigação pode incluir exame físico, avaliação da composição corporal e exames laboratoriais para identificar fatores de risco e direcionar o tratamento mais adequado.
Não existe um alimento ou uma estratégia isolada capaz de reduzir a gordura visceral. O controle depende da combinação entre alimentação equilibrada, exercício físico regular, sono de qualidade e acompanhamento profissional. Quanto mais cedo esse excesso é identificado, maiores são as chances de prevenir complicações e preservar a saúde metabólica e cardiovascular.
Fonte
Dr. Andrea Bottoni – Médico Nutrólogo do Hospital IGESP
O problema está diretamente relacionado à obesidade abdominal, condição cada vez mais frequente na população. Segundo estudo publicado na revista científica Frontiers in Endocrinology, a prevalência de obesidade abdominal entre adultos da América Latina varia entre 40% e 62%, a depender dos critérios diagnósticos adotados.
Embora fatores genéticos, hormonais e comportamentais influenciem esse acúmulo, a alimentação exerce papel importante na prevenção e no controle da gordura visceral quando associada à prática regular de atividade física, sono adequado e acompanhamento médico.
A gordura visceral pode se desenvolver quando há um desequilíbrio prolongado entre a ingestão e o gasto energético. A gordura visceral é resultado de excessos mantidos ao longo do tempo, mas sua formação também sofre influência de fatores hormonais, inflamatórios e genéticos. Além disso, sedentarismo, consumo frequente de alimentos ultraprocessados, bebidas alcoólicas, estresse e privação de sono contribuem significativamente para esse processo.
Além do impacto estético, o excesso de gordura visceral está relacionado à síndrome metabólica, conjunto de condições que inclui aumento da circunferência abdominal, alterações da glicemia, colesterol elevado, aumento dos triglicerídeos e hipertensão arterial. A gordura visceral libera substâncias inflamatórias que favorecem a resistência à insulina e aumentam o risco de diversas doenças crônicas. Por isso, sua redução traz benefícios que vão muito além da perda de peso.
Alimentação pode contribuir para o controle da gordura visceral
Entre os alimentos que podem contribuir para o controle da gordura visceral estão frutas, verduras, legumes, aveia, feijão, lentilha, grão-de-bico e cereais integrais, importantes fontes de fibras e capazes de promover maior saciedade, auxiliar no controle da glicemia e favorecer o funcionamento intestinal.
Também merecem destaque fontes de gorduras insaturadas, como azeite de oliva, abacate, castanhas, nozes, sementes e peixes ricos em ômega-3, como salmão, sardinha e atum. Fibras e gorduras insaturadas não eliminam a gordura visceral de forma isolada, mas contribuem para um melhor controle metabólico, ajudam na saciedade e podem reduzir processos inflamatórios. Quando inseridos em uma alimentação equilibrada, tornam-se aliados importantes na prevenção e no tratamento.
Por outro lado, o consumo frequente de alimentos ultraprocessados, bebidas açucaradas, doces, embutidos e frituras deve ser limitado, já que o excesso desses produtos pode favorecer o ganho de peso e o acúmulo de gordura abdominal.
Nem sempre o peso revela o risco
A presença de gordura visceral nem sempre está associada à obesidade aparente, já que pessoas com peso considerado adequado também podem apresentar acúmulo excessivo de gordura na região abdominal e alterações metabólicas importantes.
O aumento da circunferência abdominal é um dos principais sinais de alerta, especialmente quando está associado a hipertensão, diabetes, colesterol elevado ou histórico familiar de doenças cardiovasculares. Nesses casos, é fundamental procurar avaliação médica.
A investigação pode incluir exame físico, avaliação da composição corporal e exames laboratoriais para identificar fatores de risco e direcionar o tratamento mais adequado.
Não existe um alimento ou uma estratégia isolada capaz de reduzir a gordura visceral. O controle depende da combinação entre alimentação equilibrada, exercício físico regular, sono de qualidade e acompanhamento profissional. Quanto mais cedo esse excesso é identificado, maiores são as chances de prevenir complicações e preservar a saúde metabólica e cardiovascular.
Fonte
Dr. Andrea Bottoni – Médico Nutrólogo do Hospital IGESP
IGESP inaugura Pronto Atendimento em Cubatão para atender toda a Baixada Santista
O Hospital IGESP amplia sua presença no litoral paulista com a abertura do Pronto Atendimento IGESP Cubatão, uma nova unidade pensada para levar agilidade, estrutura completa e o mesmo padrão de cuidado do IGESP para a população de Cubatão e região.
Com uma área total de 2 mil m², a unidade foi projetada para oferecer atendimento organizado e humanizado, unindo tecnologia, infraestrutura moderna e uma equipe preparada para lidar com urgências do dia a dia.
O novo Pronto Atendimento IGESP Cubatão tem capacidade estimada para receber centenas de pacientes por dia, com estrutura pensada para dar fluidez a cada etapa do atendimento. A unidade conta com:
Essa combinação de espaços garante uma operação ágil desde a chegada do paciente até a definição da conduta médica, reduzindo tempo de espera e reforçando a segurança do atendimento.
Um dos diferenciais da nova unidade é a presença do laboratório IMD Medicina Diagnóstica, reconhecido por ser o primeiro do Brasil com acreditação internacional QMentum Diamond e o único com acreditação QMentum em todo o estado de São Paulo.
O IMD amplia a capacidade diagnóstica do Pronto Atendimento IGESP Cubatão, permitindo resultados mais rápidos e maior precisão no cuidado ao paciente.
Quem precisar de atendimento de urgência em Clínica Médica pode contar com a nova unidade nos seguintes horários e endereço:
A chegada do IGESP a Cubatão representa mais uma opção qualificada de atendimento de urgência para moradores que, até então, precisavam se deslocar para outras cidades da Baixada Santista em busca de estrutura hospitalar completa. Com consultórios, exames de imagem, laboratório de alta performance e equipe médica dedicada em um só lugar, a unidade reforça o compromisso do Hospital IGESP em levar saúde de qualidade para mais perto das pessoas.
Com uma área total de 2 mil m², a unidade foi projetada para oferecer atendimento organizado e humanizado, unindo tecnologia, infraestrutura moderna e uma equipe preparada para lidar com urgências do dia a dia.
Estrutura completa para Clínica Médica
O novo Pronto Atendimento IGESP Cubatão tem capacidade estimada para receber centenas de pacientes por dia, com estrutura pensada para dar fluidez a cada etapa do atendimento. A unidade conta com:
- Consultórios médicos
- Sala de triagem
- Coleta de exames com 3 boxes
- Sala de procedimentos
- Área de observação
- Farmácia
- Raio X
- Sala de sutura
- Sala de emergência
- Áreas de apoio às equipes assistenciais
Essa combinação de espaços garante uma operação ágil desde a chegada do paciente até a definição da conduta médica, reduzindo tempo de espera e reforçando a segurança do atendimento.
IMD Medicina Diagnóstica
Um dos diferenciais da nova unidade é a presença do laboratório IMD Medicina Diagnóstica, reconhecido por ser o primeiro do Brasil com acreditação internacional QMentum Diamond e o único com acreditação QMentum em todo o estado de São Paulo.
O IMD amplia a capacidade diagnóstica do Pronto Atendimento IGESP Cubatão, permitindo resultados mais rápidos e maior precisão no cuidado ao paciente.
Coleta agendada de exames
- Coleta de exames: de segunda a sábado, das 7h às 11h30, no próprio IGESP Cubatão
- Atendimento via WhatsApp: (11) 99380-4304 — segunda a sexta, das 7h às 17h, e sábados, das 7h às 11h30
Endereço, horário e contato
Quem precisar de atendimento de urgência em Clínica Médica pode contar com a nova unidade nos seguintes horários e endereço:
- Endereço: Avenida Nove de Abril, 2534 – Centro, Cubatão/SP
- Pronto Atendimento Geral Adulto: segunda a sexta-feira, das 7h às 19h
- Telefone: (13) 4042-0999
Qual é o impacto para quem mora em Cubatão e região?
A chegada do IGESP a Cubatão representa mais uma opção qualificada de atendimento de urgência para moradores que, até então, precisavam se deslocar para outras cidades da Baixada Santista em busca de estrutura hospitalar completa. Com consultórios, exames de imagem, laboratório de alta performance e equipe médica dedicada em um só lugar, a unidade reforça o compromisso do Hospital IGESP em levar saúde de qualidade para mais perto das pessoas.
Sarampo volta a preocupar autoridades de saúde
Conhecida como uma das infecções mais contagiosas, a doença tem na vacinação a principal forma de prevenção, o que evita sua disseminação e o agravamento dos casos
São Paulo, agosto de 2026 - Considerado eliminado do Brasil em 2016, o sarampo voltou a exigir atenção das autoridades de saúde. O país registra um surto ativo concentrado no estado de São Paulo, cenário que levou o Ministério da Saúde a ampliar a vacinação nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo, que concentram a maior parte dos casos confirmados em 2026.
Causado por um vírus da família Paramyxoviridae, o sarampo é transmitido pelo ar, principalmente por meio de tosse, espirro, fala ou contato próximo com uma pessoa infectada. A doença está entre as infecções mais contagiosas conhecidas e pode se espalhar rapidamente entre pessoas não imunizadas.
Embora muitos pacientes apresentem evolução favorável, o sarampo pode causar complicações como pneumonia e encefalite e, em casos mais graves, levar à morte. Crianças pequenas, gestantes e pessoas imunossuprimidas estão entre os grupos que exigem maior atenção.
Para Julio Onita, infectologista e coordenador do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital IGESP, o cenário atual reforça a necessidade de manter a vacinação em dia.
“O risco de novos casos está diretamente relacionado à circulação de pessoas não vacinadas e à introdução do vírus por viajantes provenientes de regiões com transmissão ativa. Além disso, pacientes imunossuprimidos, como aqueles em tratamento oncológico, reumatológico ou neurológico, podem apresentar uma resposta imunológica reduzida e desenvolver formas mais graves da doença. Por isso, manter a cobertura vacinal em dia é essencial para interromper a circulação do vírus”, afirma.
Os primeiros sintomas costumam aparecer entre sete e 14 dias após a exposição ao vírus e podem ser confundidos com os de outras infecções respiratórias. O quadro geralmente começa com febre acima de 38°C, tosse seca, coriza, conjuntivite e mal-estar.
Antes do surgimento das manchas na pele, também pode aparecer pequena lesão esbranquiçada na parte interna da boca, um dos sinais característicos do sarampo.
Entre o terceiro e o quinto dia após o início dos sintomas, surgem manchas avermelhadas na pele, inicialmente no rosto. Em seguida, elas podem se espalhar para o pescoço, tronco, braços e pernas.
“A combinação entre febre alta, sintomas respiratórios e manchas pelo corpo deve servir como sinal de alerta. Diante desse quadro, principalmente em pessoas não vacinadas ou com esquema vacinal incompleto, é fundamental procurar atendimento médico rapidamente e informar sobre viagens recentes ou contato com casos suspeitos ou confirmados”, orienta o especialista.
A vacinação é a principal forma de prevenção contra o sarampo. No Brasil, a imunização está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), por meio da vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, e da tetraviral, que também oferece proteção contra a varicela.
O esquema de imunização prevê duas doses, e o Ministério da Saúde estabelece como meta alcançar 95% de cobertura vacinal da população-alvo, índice considerado necessário para reduzir a circulação do vírus e proteger também pessoas que não podem ser vacinadas.
A recomendação da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) é que todos os moradores de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo, com idade entre seis meses e 59 anos, procurem os postos de saúde a partir desta segunda-feira (3), independentemente da situação vacinal, para receber a vacina de reforço contra o sarampo.
Antes de viagens nacionais ou internacionais, especialmente para regiões com circulação do sarampo, também é importante verificar a situação vacinal. Em caso de dúvidas ou necessidade de atualização da caderneta, a orientação é procurar uma unidade de saúde.
Evitar contato próximo com pessoas que apresentam sintomas compatíveis com a doença também contribui para reduzir o risco de transmissão. Isso porque o vírus pode ser transmitido cerca de cinco dias antes do início dos sintomas e permanecer transmissível até quatro dias após o surgimento das manchas avermelhadas. Em caso de suspeita, a recomendação é buscar atendimento médico e informar sobre possíveis exposições ao vírus.
“O sarampo não é uma doença do passado. Enquanto houver pessoas suscetíveis e cobertura vacinal insuficiente, o vírus continuará encontrando oportunidades para circular. A boa notícia é que existe uma forma segura, eficaz e amplamente disponível de prevenção: a vacinação”, conclui Julio Onita.
A rede de serviço IGESP iniciou sua trajetória em 1955, com a fundação do Hospital IGESP Paulista. Ao longo dos anos, por meio de importantes ciclos de expansão, consolidou uma sólida reputação em excelência assistencial, posicionando-se como uma das mais relevantes redes de saúde com atuação na capital, Grande São Paulo e litoral paulista.
Atualmente, a rede conta com dois hospitais de perfil cirúrgico, o Hospital IGESP Paulista, referência em alta complexidade na região da Avenida Paulista, e o Hospital IGESP Litoral, em Praia Grande, ampliando o acesso a serviços qualificados na Baixada Santista. Ambas as unidades possuem certificação internacional QMentum, que atesta elevados padrões de segurança e desempenho assistencial.
Composta também pelas unidades de pronto atendimento IGESP Santana, na zona norte da capital, IGESP Guarujá e IGESP Santos, e uma ampla rede de unidades ambulatoriais estrategicamente distribuídas, garantindo acesso, conveniência e resolutividade aos pacientes. Com foco permanente na qualidade, o IGESP adota um modelo de atenção integral, sustentado por investimentos contínuos em tecnologia, inovação, qualificação profissional e rigorosos protocolos de segurança, reforçando seu compromisso com um cuidado cada vez mais eficiente, humano e de alto padrão. Acesse: www.hospitaligesp.com.br
São Paulo, agosto de 2026 - Considerado eliminado do Brasil em 2016, o sarampo voltou a exigir atenção das autoridades de saúde. O país registra um surto ativo concentrado no estado de São Paulo, cenário que levou o Ministério da Saúde a ampliar a vacinação nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo, que concentram a maior parte dos casos confirmados em 2026.
Causado por um vírus da família Paramyxoviridae, o sarampo é transmitido pelo ar, principalmente por meio de tosse, espirro, fala ou contato próximo com uma pessoa infectada. A doença está entre as infecções mais contagiosas conhecidas e pode se espalhar rapidamente entre pessoas não imunizadas.
Embora muitos pacientes apresentem evolução favorável, o sarampo pode causar complicações como pneumonia e encefalite e, em casos mais graves, levar à morte. Crianças pequenas, gestantes e pessoas imunossuprimidas estão entre os grupos que exigem maior atenção.
Para Julio Onita, infectologista e coordenador do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital IGESP, o cenário atual reforça a necessidade de manter a vacinação em dia.
“O risco de novos casos está diretamente relacionado à circulação de pessoas não vacinadas e à introdução do vírus por viajantes provenientes de regiões com transmissão ativa. Além disso, pacientes imunossuprimidos, como aqueles em tratamento oncológico, reumatológico ou neurológico, podem apresentar uma resposta imunológica reduzida e desenvolver formas mais graves da doença. Por isso, manter a cobertura vacinal em dia é essencial para interromper a circulação do vírus”, afirma.
Como identificar os sintomas do sarampo?
Os primeiros sintomas costumam aparecer entre sete e 14 dias após a exposição ao vírus e podem ser confundidos com os de outras infecções respiratórias. O quadro geralmente começa com febre acima de 38°C, tosse seca, coriza, conjuntivite e mal-estar.
Antes do surgimento das manchas na pele, também pode aparecer pequena lesão esbranquiçada na parte interna da boca, um dos sinais característicos do sarampo.
Entre o terceiro e o quinto dia após o início dos sintomas, surgem manchas avermelhadas na pele, inicialmente no rosto. Em seguida, elas podem se espalhar para o pescoço, tronco, braços e pernas.
“A combinação entre febre alta, sintomas respiratórios e manchas pelo corpo deve servir como sinal de alerta. Diante desse quadro, principalmente em pessoas não vacinadas ou com esquema vacinal incompleto, é fundamental procurar atendimento médico rapidamente e informar sobre viagens recentes ou contato com casos suspeitos ou confirmados”, orienta o especialista.
Como prevenir o sarampo?
A vacinação é a principal forma de prevenção contra o sarampo. No Brasil, a imunização está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), por meio da vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, e da tetraviral, que também oferece proteção contra a varicela.
O esquema de imunização prevê duas doses, e o Ministério da Saúde estabelece como meta alcançar 95% de cobertura vacinal da população-alvo, índice considerado necessário para reduzir a circulação do vírus e proteger também pessoas que não podem ser vacinadas.
A recomendação da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) é que todos os moradores de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo, com idade entre seis meses e 59 anos, procurem os postos de saúde a partir desta segunda-feira (3), independentemente da situação vacinal, para receber a vacina de reforço contra o sarampo.
Antes de viagens nacionais ou internacionais, especialmente para regiões com circulação do sarampo, também é importante verificar a situação vacinal. Em caso de dúvidas ou necessidade de atualização da caderneta, a orientação é procurar uma unidade de saúde.
Evitar contato próximo com pessoas que apresentam sintomas compatíveis com a doença também contribui para reduzir o risco de transmissão. Isso porque o vírus pode ser transmitido cerca de cinco dias antes do início dos sintomas e permanecer transmissível até quatro dias após o surgimento das manchas avermelhadas. Em caso de suspeita, a recomendação é buscar atendimento médico e informar sobre possíveis exposições ao vírus.
“O sarampo não é uma doença do passado. Enquanto houver pessoas suscetíveis e cobertura vacinal insuficiente, o vírus continuará encontrando oportunidades para circular. A boa notícia é que existe uma forma segura, eficaz e amplamente disponível de prevenção: a vacinação”, conclui Julio Onita.
Sobre a Rede IGESP
A rede de serviço IGESP iniciou sua trajetória em 1955, com a fundação do Hospital IGESP Paulista. Ao longo dos anos, por meio de importantes ciclos de expansão, consolidou uma sólida reputação em excelência assistencial, posicionando-se como uma das mais relevantes redes de saúde com atuação na capital, Grande São Paulo e litoral paulista.
Atualmente, a rede conta com dois hospitais de perfil cirúrgico, o Hospital IGESP Paulista, referência em alta complexidade na região da Avenida Paulista, e o Hospital IGESP Litoral, em Praia Grande, ampliando o acesso a serviços qualificados na Baixada Santista. Ambas as unidades possuem certificação internacional QMentum, que atesta elevados padrões de segurança e desempenho assistencial.
Composta também pelas unidades de pronto atendimento IGESP Santana, na zona norte da capital, IGESP Guarujá e IGESP Santos, e uma ampla rede de unidades ambulatoriais estrategicamente distribuídas, garantindo acesso, conveniência e resolutividade aos pacientes. Com foco permanente na qualidade, o IGESP adota um modelo de atenção integral, sustentado por investimentos contínuos em tecnologia, inovação, qualificação profissional e rigorosos protocolos de segurança, reforçando seu compromisso com um cuidado cada vez mais eficiente, humano e de alto padrão. Acesse: www.hospitaligesp.com.br
Uso inadequado de antibióticos é um risco à saúde
O uso incorreto de antibióticos é uma prática ainda comum em muitas partes do mundo, incluindo o Brasil. Importantes no tratamento de infecções causadas por bactérias, quando utilizados de maneira inadequada esses medicamentos podem perder a eficácia ao longo do tempo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica a resistência antimicrobiana como uma das maiores ameaças à saúde pública global. A entidade projeta que, até 2050, o problema poderá causar até 10 milhões de mortes por ano.
No Brasil, um levantamento da plataforma NewsLab – com base em dados da Sociedade Brasileira de Infectologia – mostra que 55,5% da população desconhece a relação entre o uso inadequado de antibióticos e a resistência antimicrobiana. Além disso, 24,5% dos brasileiros afirmaram ter feito uso desses medicamentos sem prescrição médica ao menos uma vez no último ano.
De acordo com o médico infectologista Julio Onita, quando os antibióticos são utilizados sem prescrição médica ou em doses inadequadas as bactérias podem desenvolver mecanismos de defesa, tornando-se resistentes aos medicamentos disponíveis. “Isso dificulta o tratamento de doenças comuns e aumenta o risco de complicações, internações prolongadas e até mortes”, explica o coordenador do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital IGESP, em São Paulo.
Entre os comportamentos mais frequentes no dia a dia da população estão a automedicação, a interrupção do tratamento antes do período recomendado e o uso de antibióticos para tratar sintomas típicos de gripes e resfriados, que geralmente têm origem viral. “Esse tipo de uso pode contribuir para o surgimento de bactérias resistentes, o que dificulta tratamentos futuros e reduz as opções terapêuticas disponíveis”, ressalta o médico.
Para diminuir o risco de resistência antimicrobiana é preciso seguir as recomendações dos organismos de saúde e dos médicos. Primeiro, o uso adequado de antibióticos envolve sempre a orientação de um profissional de saúde, que pode indicar o medicamento mais apropriado para cada situação. É importante respeitar a dosagem, os horários e o tempo de uso recomendado. Mesmo que os sintomas melhorem antes do fim do tratamento, a interrupção precoce pode comprometer a eficácia.
De acordo com o especialista, o ideal é não utilizar antibióticos por conta própria, não guardar sobras para uso futuro e não compartilhar o medicamento com outras pessoas. “Essas práticas contribuem para preservar a eficácia dos antibióticos e reduzir os riscos associados ao uso inadequado”, finaliza.
No Brasil, um levantamento da plataforma NewsLab – com base em dados da Sociedade Brasileira de Infectologia – mostra que 55,5% da população desconhece a relação entre o uso inadequado de antibióticos e a resistência antimicrobiana. Além disso, 24,5% dos brasileiros afirmaram ter feito uso desses medicamentos sem prescrição médica ao menos uma vez no último ano.
De acordo com o médico infectologista Julio Onita, quando os antibióticos são utilizados sem prescrição médica ou em doses inadequadas as bactérias podem desenvolver mecanismos de defesa, tornando-se resistentes aos medicamentos disponíveis. “Isso dificulta o tratamento de doenças comuns e aumenta o risco de complicações, internações prolongadas e até mortes”, explica o coordenador do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital IGESP, em São Paulo.
Entre os comportamentos mais frequentes no dia a dia da população estão a automedicação, a interrupção do tratamento antes do período recomendado e o uso de antibióticos para tratar sintomas típicos de gripes e resfriados, que geralmente têm origem viral. “Esse tipo de uso pode contribuir para o surgimento de bactérias resistentes, o que dificulta tratamentos futuros e reduz as opções terapêuticas disponíveis”, ressalta o médico.
Uso correto de antibióticos
Para diminuir o risco de resistência antimicrobiana é preciso seguir as recomendações dos organismos de saúde e dos médicos. Primeiro, o uso adequado de antibióticos envolve sempre a orientação de um profissional de saúde, que pode indicar o medicamento mais apropriado para cada situação. É importante respeitar a dosagem, os horários e o tempo de uso recomendado. Mesmo que os sintomas melhorem antes do fim do tratamento, a interrupção precoce pode comprometer a eficácia.
De acordo com o especialista, o ideal é não utilizar antibióticos por conta própria, não guardar sobras para uso futuro e não compartilhar o medicamento com outras pessoas. “Essas práticas contribuem para preservar a eficácia dos antibióticos e reduzir os riscos associados ao uso inadequado”, finaliza.






























