Veja como foi a Caminhada do Agosto Dourado

Veja como foi a 1ª Caminhada do Agosto Dourado

Em uma parceria com a Prefeitura de Praia Grande, a Caminhada do Agosto Dourado teve a participação da Dra. Patrícia Terrivel, Gerente Médica do serviço de Pediatria do Hospital IGESP, e constituiu numa campanha para promover a conscientização sobre a importância da amamentação e os benefícios do aleitamento materno.

Confira nas reportagens abaixo tudo o que rolou durante o evento:



Agosto Dourado: como garantir uma amamentação tranquila?

Agosto Dourado: como garantir uma amamentação tranquila?

A Organização Mundial da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam aleitamento materno exclusivo por 6 meses e complementado por pelo menos 2 anos. O alimento é extremamente importante para o bebê, pois diminui os riscos de infecções respiratórias, alergias, diarreias, de obesidade e contribui para o desenvolvimento mais rápido; e para a mãe, já que colabora com a redução do sangramento, depressão e do peso no período pós-parto e até das chances de desenvolvimento de câncer de mama, ovário, útero e endométrio.


“A partir do contato da criança com o peito da mãe, o corpo da mãe já a prepara para as necessidades. Por exemplo: se ela está doente, a saliva em contato com o bico do peito faz com que ela produza mais anticorpos; se a criança é prematura, o leite da mãe acaba sendo mais gordo, pela necessidade”, afirma a pediatra e neonatologista do Grupo Trasmontano, Patrícia Terrivel.


Mas o que deveria ser natural pode ser muito difícil nos casos em que as crianças se recusam ou têm problemas na amamentação. De acordo com a médica, é preciso investigar as possíveis razões para que isso aconteça.


“Uma das hipóteses é o uso de chupeta ou mamadeira, o que pode causar confusão de bicos e de fluxo. Quando o leite está na mamadeira, a criança abre a boca, e o líquido vem muito rápido. Isso pode fazer com que ela não queira fazer esforço para extrair o leito do peito”, afirma. “Com a chupeta, é a mesma coisa. O movimento que o bebê faz é diferente do peito, que ele precisa abrir toda a boca”.


“Não existe leite fraco ou leite forte. O que existe é pouca ou muita produção. Quanto mais a criança mamar, mais leite será produzido”.


Outros problemas registrados são o freio lingual, que não permite à criança fazer todo o movimento da língua, e a presença do torcicolo congênito. “No caso do freio lingual, é preciso que o bebê seja avaliado pelo pediatra, consultor de amamentação e, se necessário, pelo fonoaudiólogo. Quando há torcicolo congênito, ele acaba ficando travado e ele não consegue fazer o movimento para mamar”, explica Patrícia.



Mamadeira com fórmula? Conheça as alternativas!


De acordo com a pediatra Patricia Terrivel, nos casos em que existe recusa do bebê ao peito, primeiramente deve-se esgotar todas as alternativas antes de partir para o uso de mamadeira com fórmulas.


“Ele precisa passar por um pediatra que seja pró-amamentação, por um consultor de amamentação e um fonoaudiólogo. Descartados problemas como refluxo, de ‘pega’ ou do freio lingual e constatada por profissionais a necessidade da fórmula, existem ainda a colher dosadora e o copinho antes de passar direto para uma madeira”, acrescenta.


“Mas não demonizamos a fórmula, devemos agradecer por existir esta opção, que é de extrema importância nos momentos em que a amamentação natural não é possível. As mães também não devem se culpar quando houver essa necessidade”, finaliza a pediatra.



Dicas para auxiliar na amamentação:



  • Desde o pré-natal, é preciso se informar sobre a amamentação. Busque um pediatra pró-amamentação e uma consultoria de amamentação, para entender como fazer a pega adequada, a melhor posição e o que acontece nos primeiros dias;

  • A criança deve mamar assim que nasce, ainda na primeira hora de vida;

  • É importante que a mãe tenha uma rede de apoio familiar e profissional desde o pré-natal;

  • A amamentação não pode gerar dor. A mãe não pode estar tensa, pois quanto mais relaxada, mais vai produzir leite;

  • O contato da pele do bebê e a troca de olhares com a mãe são muito importantes para a criação de um laço afetivo e da sensação de proteção na exterogestação (nos 3 primeiros meses de vida).

Se estiver com diarreia, atenção à desidratação!

Se estiver com diarreia, atenção à desidratação!

A diarreia é um sintoma caracterizado por fezes líquidas e soltas, ou seja, quando o trato gastrointestinal não é capaz de absorver adequadamente os fluídos e os nutrientes dos alimentos. Ela pode ser causada por infecções bacterianas, virais ou parasitárias, intolerâncias alimentares ou outras condições médicas.


A doença tem alguns sintomas associados como sede, boca seca, urina escura e mais concentrada, com odor forte e, em casos mais graves, a diarreia pode causar tontura e fadiga (sinais de desidratação). Quando a pessoa perde grande quantidade de líquidos sem tempo hábil para reposição ou devido a perda rápida, ocorre a desidratação.


A desidratação faz com que o corpo humano não perca somente água, mas concomitantemente eletrólitos como sódio, potássio, magnésio e cloretos, fazendo com que o corpo não funcione de forma adequada. A desidratação pode começar como leve (poucos sintomas e facilmente resolvida com reposição de líquidos), grave (onde existe a necessidade de atendimento médico) e até evoluir para choque hipovolêmico e insuficiência renal.


Por isso, é importante tratar a diarreia e repor os líquidos e eletrólitos perdidos, ingerindo bebidas isotônicas ou soluções de reidratação oral, que auxiliam na reposição dos nutrientes perdidos. Em casos graves, pode ser necessário tratamento hospitalar com fluidos intravenosos.


Além disso, é essencial tratar a causa da diarreia, seja ela uma infecção (viral ou bacteriana) ou outra condição médica e realizar a reposição da flora intestinal, que muita das vezes é perdida quando ocorre a diarreia, prevenindo recorrências e complicações adicionais.


Dr. Rafael Moredo, Pediatra e Gerente Médico do Grupo Trasmontano




O que você precisa saber sobre Angina e Ataque Cardíaco

O que você precisa saber sobre Angina e Ataque Cardíaco

Angina e ataque cardíaco são duas condições de saúde relacionadas ao coração, mas diferem em seus sintomas, causas e gravidade.


A angina é uma dor no peito causada pela redução do fluxo sanguíneo no coração. Ela pode ser classificada em angina estável - ocorre somente quando o paciente passa por algum estresse, seja esse físico ou emocional e melhora com repouso, suspensão do estresse ou utilização de medicamentos e instável- ocorre independente de qualquer estímulo, e/ou paciente mantem os mesmos sintomas mesmo se forem utilizadas medicações ou for mantido em repouso, ou seja, muito mais grave do que a angina estável e uma indicação de iminência de infarto (ataque cardíaco). Os sintomas de ambas as anginas incluem uma sensação de pressão ou aperto no peito, que pode se espalhar para o braço esquerdo, ombros, mandíbula, pescoço e costas.


O infarto agudo do miocárdio, conhecido mais popularmente como ataque cardíaco é uma condição mais grave e potencialmente fatal, em que o paciente tem uma diminuição de fluxo sanguíneo tão importante que as células musculares cardíacas morrem por hipoxia (falta de oxigenação trazida pelo sangue).  Sem o fluxo sanguíneo adequado, uma parte do músculo cardíaco pode morrer e causar danos permanentes. Os sintomas incluem dor no peito que pode se espalhar para o braço esquerdo, ombros, mandíbula, pescoço e costas, bem como sudorese, náusea, falta de ar e tontura.


Apesar dos sinais serem semelhantes, do infarto e de anginas, o que as difere é que as anginas causam a diminuição do fluxo sanguíneo e/ou uma obstrução parcial das artérias não resultando ainda em morte celular por hipoxia. Já no ataque cardíaco houve uma diminuição de fluxo sanguíneo mais importante, causando a morte celular.


Algumas medidas preventivas para doenças cardíacas incluem:




  • Ter uma dieta equilibrada rica em frutas, vegetais, grãos integrais, proteínas magras e gorduras saudáveis;

  • Manter um peso saudável;

  • Praticar exercícios regulares, principalmente aeróbicos como corrida, esteira, bicicleta.

  • Evitar e/ou suspender o tabagismo;

  • Encontrar maneiras de gerenciar o estresse crônico, como a prática de meditação, ioga ou terapia, pois ele pode aumentar o risco de doenças cardíacas;

  • Monitorar a pressão arterial, colesterol e diabetes, pois todos alteram o fluxo e a conformação dos vasos sanguíneos;

  • Limitar o consumo de álcool.


Em casos mais graves, procedimentos médicos, como angioplastia ou cirurgia de revascularização do miocárdio, podem ser necessários.


Após o tratamento inicial, para ambas as condições, é primordial a continuidade dos medicamentos prescritos, mudanças no estilo de vida e terapia de reabilitação cardíaca para ajudar a melhorar a saúde do coração e prevenir futuros problemas cardíacos. Além disso, é importante seguir as recomendações do médico para controlar as condições cardíacas e prevenir complicações.


Dr. Rafael Moredo, Pediatra e Gerente Médico do Grupo Trasmontano




Julho Amarelo, mês de luta contra as Hepatites Virais

Julho Amarelo, mês de luta contra as Hepatites Virais

Hepatites Virais são infecções que atingem o fígado e podem ser ocasionadas por vírus, ingestão de álcool e drogas, doenças autoimunes, metabólicas, genéticas ou até mesmo por uso indevido de alguns medicamentos - podendo causar danos leves, moderados ou graves.



Os 5 principais tipos são:


Hepatite A: é a mais comum e está diretamente ligada às condições de saneamento básico e de higiene, possui transmissão oral-fecal. Trata-se de uma infecção leve, se comparada as outras hepatites, autolimitada e de resolução sem necessidade de intervenção.


Principais sintomas: Na maioria das vezes a Hepatite A apresenta sintomatologia discreta, caracterizada por cansaço, fraqueza, diminuição do apetite e dor na parte superior da barriga, mas pode ocorrer um quadro de hepatite fulminante - disfunção muito grave do fígado que se manifesta rapidamente. Pessoas que já tiveram Hepatite A apresentam imunidade a este tipo de hepatite, no entanto, continua susceptível aos outros tipos.






Hepatite B: segundo tipo de hepatite com maior incidência e o contágio acontece através de relações sexuais sem proteção ou por objetos pontiagudos sujos de sangue. Além disso, a Hepatite B pode ser transmitida da mãe para o bebê durante a gestação, parto ou amamentação.


Principais sintomas: A Hepatite B pode ser assintomática, mas, mesmo assim, precisa de tratamento para evitar a progressão da doença e deterioração do fígado. Nos casos sintomáticos, pode haver enjoos, febre baixa, dor nas articulações e dor abdominal.






Hepatite C: Sua principal forma de transmissão é o contato com sangue. Também é responsável pela maior causa de transplantes de fígado e a doença pode estar relacionada à cirrose e câncer. Tem 1/3 de chance de ser autolimitada e curar sozinha e 2/3 de evolução para doença crônica.


Principais sintomas: Na maioria dos casos, os sintomas da hepatite C surgem entre 2 meses e 2 anos após o contato com o vírus, sendo os principais a pele amarelada, urina escura, dores abdominais e perda de apetite.






Hepatite D: causada pelo vírus VHD, ocorre apenas em pacientes já infectados pelo vírus da Hepatite B. A vacinação da Hepatite B também protege contra a Hepatite D.


Principais sintomas: Esse tipo de Hepatite pode ser assintomática, sintomática ou sintomática grave de acordo com o grau de comprometimento do fígado pelo vírus.






Hepatite E: é transmitida por via digestiva e provoca grandes epidemias em algumas regiões, sendo menos frequente no Brasil. É autolimitada e leve, sem a necessidade de intervenção assim como a Hepatite.


Principais sintomas: A Hepatite E normalmente é assintomática, principalmente em crianças, mas quando surgem sintomas, os principais são febre baixa, dor abdominal e urina escura.



Formas de prevenção



  • Hepatite A: vacinação, lavar bem as mãos, utilizar água tratada e cozinhar bem os alimentos.

  • Hepatite B: vacinação, utilizar preservativos, não compartilhar objetos de uso pessoal, como lâminas de barbear e material de manicure ou pedicure.

  • Hepatite C: não existe vacina, mas é importante não compartilhar objetos que possam ter entrado em contato com sangue e utilizar preservativos nas relações sexuais.

  • Hepatite D: vacinação e melhorar as condições de saneamento básico e de higiene.

  • Hepatite E: não existe vacina, mas é importante manter uma higiene adequada como lavar bem as mãos, utilizar água tratada e cozinhar bem os alimentos.


 Independentemente do tipo de hepatite, é importante que o diagnóstico seja feito na fase inicial da doença para evitar a progressão da doença e a necessidade de realização de transplante de fígado.



Conscientização da população


A falta de conhecimento da doença é um grande desafio para a saúde pública do Brasil e, por isso, o julho Amarelo promove a importância da conscientização para a prevenção e tratamento das Hepatites Virais.







O que você precisa saber sobre a febre maculosa

O que você precisa saber sobre a febre maculosa

febre maculosa é uma doença infecciosa e pode ser transmitida aos seres humanos pela picada do carrapato-estrela. Essa doença pode ser grave e potencialmente fatal se não for tratada precocemente.


Neste artigo, vamos falar sobre os sintomas, diagnóstico, o tratamento e as medidas preventivas para ajudá-lo a entender melhor a doença.



O que é a febre maculosa?


A febre maculosa é uma doença infecciosa causada pela bactéria Rickettsia rickettsii. É transmitida aos seres humanos por carrapatos infectados, pela espécie Amblyomma sculptum, conhecida como carrapato-estrela, nos Estados Unidos, e a espécie Amblyomma cajennense, no Brasil.


Os carrapatos se tornam infectados quando picam animais selvagens, como capivaras e cavalos, que são os principais hospedeiros da bactéria. Em seguida, os carrapatos infectados podem transmitir a Rickettsia rickettsii para os seres humanos através de suas picadas.



E quais são os sintomas?


Os sintomas iniciais podem ser semelhantes aos de outras doenças febris, dificultando o diagnóstico. No entanto, alguns sinais característicos incluem:




  • Febre alta;

  • Dores musculares intensas;

  • Dor de cabeça;

  • Mal-estar geral;

  • Manchas vermelhas na pele (erupção cutânea);

  • Náuseas e vômitos;

  • Dor abdominal.


Como é feito o diagnóstico e tratamento?


O diagnóstico é baseado na análise dos sintomas clínicos e em exames laboratoriais específicos para detecção da bactéria. É importante relatar ao médico qualquer histórico de exposição a carrapatos ou áreas endêmicas.


O tratamento precoce da febre maculosa é essencial para evitar complicações graves. O medicamento de escolha é a doxiciclina, um antibiótico eficaz no combate à bactéria. A administração rápida do tratamento pode reduzir significativamente o risco de complicações e a mortalidade associada à doença.



Prevenção da febre maculosa


A prevenção é fundamental para evitar a febre maculosa. Aqui estão algumas medidas que você pode tomar para reduzir o risco de contrair a doença:




  1. Evite áreas com alta infestação de carrapatos, como matas e locais com vegetação densa;

  2. Use roupas de manga longa, calças compridas e sapatos fechados ao caminhar em áreas suscetíveis a carrapatos;

  3. Aplique repelentes de insetos na pele e nas roupas, seguindo as instruções do fabricante;

  4. Faça uma inspeção minuciosa no corpo após passar algum tempo em áreas propensas a carrapatos. Certifique-se de verificar cuidadosamente áreas como axilas, virilha, couro cabeludo e atrás das orelhas;

  5. Caso encontre um carrapato, remova-o corretamente, agarrando-o próximo à pele com uma pinça e puxando-o suavemente.


A febre maculosa é uma doença infecciosa grave transmitida por carrapatos, que pode levar a complicações sérias se não for tratada a tempo.


Conhecer os sintomas, buscar atendimento médico e adotar medidas preventivas são a chave para prevenir a infecção e garantir uma recuperação rápida e segura. Se você suspeitar de febre maculosa, procure imediatamente um profissional de saúde para um diagnóstico adequado e iniciar o tratamento o quanto antes.


Sua saúde e bem-estar são fundamentais!


Drª Ana Paula Jafet Coordenadora - Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital IGESP



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Esfriou? Atenção aos cuidados com a laringite viral em crianças

Esfriou? Atenção aos cuidados com a laringite viral em crianças

Com a chegada do inverno e suas baixas temperaturas, está aberta também a temporada das doenças comuns no período, como gripes e resfriados. Além dessas mais conhecidas, a laringite merece uma atenção especial, principalmente em crianças, que são as mais afetadas com as mudanças bruscas no tempo. A doença pode ser causada por diversos agentes infecciosos, mas a forma viral é a mais comum.


A laringe é o órgão que liga faringe e traqueia, com função respiratória e fonatória. Na inflamação por vírus respiratórios transmitida através da saliva, tosse, fala e respiração. Os primeiros sintomas incluem rouquidão, tosse, cócegas na parte posterior da garganta e dificuldade para engolir e respirar.


“Esse tipo de ocorrência é bem comum no inverno e mais ainda em crianças pequenas, de até dois anos de idade. Além dos sintomas citados, é possível ainda que a laringite viral provoque febre, que deve ser observada e tratada com antitérmicos, sob orientação médica”, explica a pediatra e neonatologista do Grupo Trasmontano, Dra. Patricia Terrivel.


Na maioria dos casos, a obstrução das vias aéreas dura de dois a três dias, com diminuição dos sintomas ao final de cinco dias. Mas podem acontecer situações mais graves e persistentes, que requerem outros cuidados. “Em casos mais graves, pode ser necessário o uso de inalação. Se a criança apresentar cansaço, dificuldade para respirar e febre alta persistente, é preciso procurar o pediatra e realizar o acompanhamento médico”, finaliza.



Dicas para amenizar sintomas da laringe viral


· A partir de 01 ano de idade, pode oferecer mel para aliviar a tosse e a irritação na garganta;


· É importante manter a criança hidratada com água, sucos naturais e chás mornos;


· Elevar a cabeça da criança durante o sono pode ajudar a diminuir a dificuldade para respirar. Use uma almofada extra ou eleve o colchão.






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Riscos da hipertensão e a importância de uma vida saudável

Riscos da hipertensão e a importância de uma vida saudável

Cardiologista do Hospital IGESP explica que praticar exercícios, regular a alimentação e controlar o estresse são medidas fundamentais para manter a pressão estável.



O que é a hipertensão arterial?


É a condição que ocorre quando a força do sangue contra a parede das artérias é muito grande. A pressão é considerada alta quando seus valores máximo e mínimo são iguais ou ultrapassam 140/90 mmHg (ou 14 por 9) e, com isso, exige que o coração faça mais esforço do que o necessário para distribuir o sangue pelo corpo. A doença ataca os vasos sanguíneos, coração, cérebro, olhos e, no longo prazo, pode provocar infarto, AVC, aneurisma arterial e insuficiência renal.


No ano passado, o Ministério da Saúde publicou um relatório sobre a hipertensão no país e o resultado foi alarmante: entre 2006 e 2021, o número de adultos diagnosticados com a doença saltou de 22,6% para 26,3%.



Sintomas da doença


Os sintomas tendem a ser percebidos pelo paciente apenas quando a pressão já está muito elevada. Os principais são:




  • Dores de cabeça;

  • Tonturas;

  • Dores no peito;

  • Zumbidos no ouvido;

  • Fraqueza;

  • Visão embaçada;

  • Sangramento nasal.


O Cardiologista do Hospital IGESP, Dr. Irapuan Magalhães Penteado, explica que em muitos dos casos esses sintomas não recebem a devida atenção do paciente. "Aferir a pressão regularmente é a única maneira de diagnóstico, então o recomendado é que pessoas acima de 20 anos façam, ao menos uma vez por ano e, quando houver casos na família, no mínimo duas vezes por ano. Esse problema é herdado dos pais em 90% dos casos", informa.



A importância de uma vida saudável


Além da questão hereditária, hábitos de vida como o sedentarismo, alta ingestão de sódio, o estresse e o consumo de bebidas alcoólicas influenciam diretamente nos níveis da pressão arterial. "É fundamental praticar exercícios físicos regularmente, além de excluir alimentos muito ricos em sal da dieta, evitar o consumo de cigarros e controlar os níveis de estresse e ansiedade, que estão entre as causas mais relevantes para o desenvolvimento da doença", destaca Dr. Irapuan.


Segundo o Sistema de Informações Sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, foram registradas 551.262 mortes por doenças hipertensivas entre 2010 e 2020, sendo 292.339 mulheres e 258.871 homens. Entre os estados com as maiores taxas de mortalidade, estão Piauí, Rio de Janeiro e Alagoas, respectivamente com 45,7 óbitos, 44,6 óbitos e 38,8 óbitos por cada grupo de 100 mil habitantes.






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Hospital IGESP Litoral: O maior e mais completo da Baixada Santista

Hospital IGESP Litoral: O maior e mais completo da Baixada Santista

A inauguração do Hospital IGESP Litoral, na cidade de Praia Grande, foi um marco para toda a região da Baixada Santista. Agora, mais de 500 procedimentos, em parceria com a prefeitura do município serão realizados - já na primeira semana, diversos atendimentos foram realizados, incluindo cirurgias - ampliando, assim, o acesso aos serviços de saúde.



Com um investimento de mais de R$250 milhões, o Hospital IGESP Litoral possui 190 leitos, unidades de internação geral, obstétrica e pediátria, UTI adulto, infantil e neonatal, além dos mais avançados equipamentos para exames como tomografia e hemodinâmica.


Durante a celebração, a Prefeita do município, Raquel Chini, esteve presente e recebeu uma homenagem do Grupo Trasmontano: a maternidade do Hospital IGESP Litoral recebeu o nome do filho da Prefeita, Gabriel Chini, o que foi motivo de bastante emoção durante o evento. o Deputado Federal, Alberto Mourão, o Secretário de Saúde Pública Praia-grandense, Cleber Suckow Nogueira e o Cônsul-geral de Portugal em São Paulo, António Pedro Rodrigues da Silva, estiveram presentes na celebração, além de outras autoridades da Baixada Santista e da capital paulista.



A inauguração foi destaque também em diversos veículos de imprensa, como a TV Tribuna - afiliada da Rede Globo em Santos. Record, Band TV, SBT; contou também com a cobertura da imprensa local com matérias no Guia Turístico de Praia Grande e Gazeta do Litoral e, na mídia especializada em saúde, com publicações nos portais Medicina S/A e Saúde Business.

Formatura dos Programas de Residência Médica e Treinamento Médico do Hospital IGESP

Formatura dos Programas de Residência Médica e Treinamento Médico do Hospital IGESP

Os médicos formandos de 2023 dos Programas de Residência Médica e Treinamento Médico, comemoraram essa conquista ao lado de seus familiares e coordenadores, em um evento que celebrou a carreira desses profissionais de saúde


No dia 27 de março, foi realizado o Jantar de Encerramento dos Programas de Residência Médica e Treinamento Médico do Hospital IGESP, dos formandos de 2023. Formaram-se os alunos das especialidades de Anestesiologia, Cardiologia, Cirurgia Geral, Clínica Médica e Nutrologia.


A cerimônia da entrega dos certificados para os formandos contou com a presença de Dr. Alcides Felix Terrivel, Vice-Presidente do Hospital IGESP.


Os médicos formandos puderam celebrar o momento ao lado de seus coordenadores:




  • Dr. Andrea Bottoni - Coordenador Geral da COREME e do PRM em Nutrologia;

  • Dr. Karleno de Lima Catanhede - Coordenador do PRM em Anestesiologia;

  • Dr. Irapuan Magalhães Penteado - Coordenador do PRM em Cardiologia;

  • Dr. Hésio Vicente Juliano - Coordenador do PRM em Cirurgia Geral;

  • Dra. Renata Lopes Hames, representando a Dra. Ludmila Abrahão Aijar - Coordenadora do PRM em Clínica Médica.


Além dos formandos e da equipe de coordenação do Hospital IGESP, o evento contou com a presença de amigos e familiares dos médicos que aproveitaram o jantar ao som da dupla Badulaque. O jantar de comemoração aconteceu no Restaurante North Bar e Grill, Espaço Gourmet do Shopping Frei Caneca.







É com imensa satisfação e felicidade que parabenizamos os formandos dos Programas de Residência Médica e do Programa de Treinamento Médico:

  • Dr. Alexandre Calestini Abdelnour (PRM em Anestesiologia);

  • Dra. Carolina Minarro Cremasco (PRM em Clínica Médica);

  • Dra. Caroline Daher Farat (PRM em Cirurgia Geral);

  • Dra. Jéssyca Rodrigues Tauhata (PRM em Cardiologia);

  • Dr. Jyean Muchon (PRM em Nutrologia);

  • Dra. Mayra Ingred Pontes Parente Ayres (PRM em Anestesiologia);

  • Dra. Suen Ka Kee Karen (PRM em Clínica Médica);

  • Dr. Guilherme Lira Leite (Programa de Treinamento Médico em Cardiologia);

  • Dra. Julia Baeta Ippolito Pacheco Fernandes (Programa de Treinamento Médico em Nutrologia);

  • Dr. Newton Lopes de Faria Filho (Programa de Treinamento Médico em Nutrologia).


Vocês concluíram uma jornada de muita dedicação, estudo e trabalho. Agora, uma nova fase se inicia e temos a total certeza de que vocês se sairão muito bem em suas carreiras. Parabéns por essa conquista tão significativa!
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