Se estiver com diarreia, atenção à desidratação!

Se estiver com diarreia, atenção à desidratação!

A diarreia é um sintoma caracterizado por fezes líquidas e soltas, ou seja, quando o trato gastrointestinal não é capaz de absorver adequadamente os fluídos e os nutrientes dos alimentos. Ela pode ser causada por infecções bacterianas, virais ou parasitárias, intolerâncias alimentares ou outras condições médicas.


A doença tem alguns sintomas associados como sede, boca seca, urina escura e mais concentrada, com odor forte e, em casos mais graves, a diarreia pode causar tontura e fadiga (sinais de desidratação). Quando a pessoa perde grande quantidade de líquidos sem tempo hábil para reposição ou devido a perda rápida, ocorre a desidratação.


A desidratação faz com que o corpo humano não perca somente água, mas concomitantemente eletrólitos como sódio, potássio, magnésio e cloretos, fazendo com que o corpo não funcione de forma adequada. A desidratação pode começar como leve (poucos sintomas e facilmente resolvida com reposição de líquidos), grave (onde existe a necessidade de atendimento médico) e até evoluir para choque hipovolêmico e insuficiência renal.


Por isso, é importante tratar a diarreia e repor os líquidos e eletrólitos perdidos, ingerindo bebidas isotônicas ou soluções de reidratação oral, que auxiliam na reposição dos nutrientes perdidos. Em casos graves, pode ser necessário tratamento hospitalar com fluidos intravenosos.


Além disso, é essencial tratar a causa da diarreia, seja ela uma infecção (viral ou bacteriana) ou outra condição médica e realizar a reposição da flora intestinal, que muita das vezes é perdida quando ocorre a diarreia, prevenindo recorrências e complicações adicionais.


Dr. Rafael Moredo, Pediatra e Gerente Médico do Grupo Trasmontano




O que você precisa saber sobre Angina e Ataque Cardíaco

O que você precisa saber sobre Angina e Ataque Cardíaco

Angina e ataque cardíaco são duas condições de saúde relacionadas ao coração, mas diferem em seus sintomas, causas e gravidade.


A angina é uma dor no peito causada pela redução do fluxo sanguíneo no coração. Ela pode ser classificada em angina estável - ocorre somente quando o paciente passa por algum estresse, seja esse físico ou emocional e melhora com repouso, suspensão do estresse ou utilização de medicamentos e instável- ocorre independente de qualquer estímulo, e/ou paciente mantem os mesmos sintomas mesmo se forem utilizadas medicações ou for mantido em repouso, ou seja, muito mais grave do que a angina estável e uma indicação de iminência de infarto (ataque cardíaco). Os sintomas de ambas as anginas incluem uma sensação de pressão ou aperto no peito, que pode se espalhar para o braço esquerdo, ombros, mandíbula, pescoço e costas.


O infarto agudo do miocárdio, conhecido mais popularmente como ataque cardíaco é uma condição mais grave e potencialmente fatal, em que o paciente tem uma diminuição de fluxo sanguíneo tão importante que as células musculares cardíacas morrem por hipoxia (falta de oxigenação trazida pelo sangue).  Sem o fluxo sanguíneo adequado, uma parte do músculo cardíaco pode morrer e causar danos permanentes. Os sintomas incluem dor no peito que pode se espalhar para o braço esquerdo, ombros, mandíbula, pescoço e costas, bem como sudorese, náusea, falta de ar e tontura.


Apesar dos sinais serem semelhantes, do infarto e de anginas, o que as difere é que as anginas causam a diminuição do fluxo sanguíneo e/ou uma obstrução parcial das artérias não resultando ainda em morte celular por hipoxia. Já no ataque cardíaco houve uma diminuição de fluxo sanguíneo mais importante, causando a morte celular.


Algumas medidas preventivas para doenças cardíacas incluem:




  • Ter uma dieta equilibrada rica em frutas, vegetais, grãos integrais, proteínas magras e gorduras saudáveis;

  • Manter um peso saudável;

  • Praticar exercícios regulares, principalmente aeróbicos como corrida, esteira, bicicleta.

  • Evitar e/ou suspender o tabagismo;

  • Encontrar maneiras de gerenciar o estresse crônico, como a prática de meditação, ioga ou terapia, pois ele pode aumentar o risco de doenças cardíacas;

  • Monitorar a pressão arterial, colesterol e diabetes, pois todos alteram o fluxo e a conformação dos vasos sanguíneos;

  • Limitar o consumo de álcool.


Em casos mais graves, procedimentos médicos, como angioplastia ou cirurgia de revascularização do miocárdio, podem ser necessários.


Após o tratamento inicial, para ambas as condições, é primordial a continuidade dos medicamentos prescritos, mudanças no estilo de vida e terapia de reabilitação cardíaca para ajudar a melhorar a saúde do coração e prevenir futuros problemas cardíacos. Além disso, é importante seguir as recomendações do médico para controlar as condições cardíacas e prevenir complicações.


Dr. Rafael Moredo, Pediatra e Gerente Médico do Grupo Trasmontano




Julho Amarelo, mês de luta contra as Hepatites Virais

Julho Amarelo, mês de luta contra as Hepatites Virais

Hepatites Virais são infecções que atingem o fígado e podem ser ocasionadas por vírus, ingestão de álcool e drogas, doenças autoimunes, metabólicas, genéticas ou até mesmo por uso indevido de alguns medicamentos - podendo causar danos leves, moderados ou graves.



Os 5 principais tipos são:


Hepatite A: é a mais comum e está diretamente ligada às condições de saneamento básico e de higiene, possui transmissão oral-fecal. Trata-se de uma infecção leve, se comparada as outras hepatites, autolimitada e de resolução sem necessidade de intervenção.


Principais sintomas: Na maioria das vezes a Hepatite A apresenta sintomatologia discreta, caracterizada por cansaço, fraqueza, diminuição do apetite e dor na parte superior da barriga, mas pode ocorrer um quadro de hepatite fulminante - disfunção muito grave do fígado que se manifesta rapidamente. Pessoas que já tiveram Hepatite A apresentam imunidade a este tipo de hepatite, no entanto, continua susceptível aos outros tipos.






Hepatite B: segundo tipo de hepatite com maior incidência e o contágio acontece através de relações sexuais sem proteção ou por objetos pontiagudos sujos de sangue. Além disso, a Hepatite B pode ser transmitida da mãe para o bebê durante a gestação, parto ou amamentação.


Principais sintomas: A Hepatite B pode ser assintomática, mas, mesmo assim, precisa de tratamento para evitar a progressão da doença e deterioração do fígado. Nos casos sintomáticos, pode haver enjoos, febre baixa, dor nas articulações e dor abdominal.






Hepatite C: Sua principal forma de transmissão é o contato com sangue. Também é responsável pela maior causa de transplantes de fígado e a doença pode estar relacionada à cirrose e câncer. Tem 1/3 de chance de ser autolimitada e curar sozinha e 2/3 de evolução para doença crônica.


Principais sintomas: Na maioria dos casos, os sintomas da hepatite C surgem entre 2 meses e 2 anos após o contato com o vírus, sendo os principais a pele amarelada, urina escura, dores abdominais e perda de apetite.






Hepatite D: causada pelo vírus VHD, ocorre apenas em pacientes já infectados pelo vírus da Hepatite B. A vacinação da Hepatite B também protege contra a Hepatite D.


Principais sintomas: Esse tipo de Hepatite pode ser assintomática, sintomática ou sintomática grave de acordo com o grau de comprometimento do fígado pelo vírus.






Hepatite E: é transmitida por via digestiva e provoca grandes epidemias em algumas regiões, sendo menos frequente no Brasil. É autolimitada e leve, sem a necessidade de intervenção assim como a Hepatite.


Principais sintomas: A Hepatite E normalmente é assintomática, principalmente em crianças, mas quando surgem sintomas, os principais são febre baixa, dor abdominal e urina escura.



Formas de prevenção



  • Hepatite A: vacinação, lavar bem as mãos, utilizar água tratada e cozinhar bem os alimentos.

  • Hepatite B: vacinação, utilizar preservativos, não compartilhar objetos de uso pessoal, como lâminas de barbear e material de manicure ou pedicure.

  • Hepatite C: não existe vacina, mas é importante não compartilhar objetos que possam ter entrado em contato com sangue e utilizar preservativos nas relações sexuais.

  • Hepatite D: vacinação e melhorar as condições de saneamento básico e de higiene.

  • Hepatite E: não existe vacina, mas é importante manter uma higiene adequada como lavar bem as mãos, utilizar água tratada e cozinhar bem os alimentos.


 Independentemente do tipo de hepatite, é importante que o diagnóstico seja feito na fase inicial da doença para evitar a progressão da doença e a necessidade de realização de transplante de fígado.



Conscientização da população


A falta de conhecimento da doença é um grande desafio para a saúde pública do Brasil e, por isso, o julho Amarelo promove a importância da conscientização para a prevenção e tratamento das Hepatites Virais.







O que você precisa saber sobre a febre maculosa

O que você precisa saber sobre a febre maculosa

febre maculosa é uma doença infecciosa e pode ser transmitida aos seres humanos pela picada do carrapato-estrela. Essa doença pode ser grave e potencialmente fatal se não for tratada precocemente.


Neste artigo, vamos falar sobre os sintomas, diagnóstico, o tratamento e as medidas preventivas para ajudá-lo a entender melhor a doença.



O que é a febre maculosa?


A febre maculosa é uma doença infecciosa causada pela bactéria Rickettsia rickettsii. É transmitida aos seres humanos por carrapatos infectados, pela espécie Amblyomma sculptum, conhecida como carrapato-estrela, nos Estados Unidos, e a espécie Amblyomma cajennense, no Brasil.


Os carrapatos se tornam infectados quando picam animais selvagens, como capivaras e cavalos, que são os principais hospedeiros da bactéria. Em seguida, os carrapatos infectados podem transmitir a Rickettsia rickettsii para os seres humanos através de suas picadas.



E quais são os sintomas?


Os sintomas iniciais podem ser semelhantes aos de outras doenças febris, dificultando o diagnóstico. No entanto, alguns sinais característicos incluem:




  • Febre alta;

  • Dores musculares intensas;

  • Dor de cabeça;

  • Mal-estar geral;

  • Manchas vermelhas na pele (erupção cutânea);

  • Náuseas e vômitos;

  • Dor abdominal.


Como é feito o diagnóstico e tratamento?


O diagnóstico é baseado na análise dos sintomas clínicos e em exames laboratoriais específicos para detecção da bactéria. É importante relatar ao médico qualquer histórico de exposição a carrapatos ou áreas endêmicas.


O tratamento precoce da febre maculosa é essencial para evitar complicações graves. O medicamento de escolha é a doxiciclina, um antibiótico eficaz no combate à bactéria. A administração rápida do tratamento pode reduzir significativamente o risco de complicações e a mortalidade associada à doença.



Prevenção da febre maculosa


A prevenção é fundamental para evitar a febre maculosa. Aqui estão algumas medidas que você pode tomar para reduzir o risco de contrair a doença:




  1. Evite áreas com alta infestação de carrapatos, como matas e locais com vegetação densa;

  2. Use roupas de manga longa, calças compridas e sapatos fechados ao caminhar em áreas suscetíveis a carrapatos;

  3. Aplique repelentes de insetos na pele e nas roupas, seguindo as instruções do fabricante;

  4. Faça uma inspeção minuciosa no corpo após passar algum tempo em áreas propensas a carrapatos. Certifique-se de verificar cuidadosamente áreas como axilas, virilha, couro cabeludo e atrás das orelhas;

  5. Caso encontre um carrapato, remova-o corretamente, agarrando-o próximo à pele com uma pinça e puxando-o suavemente.


A febre maculosa é uma doença infecciosa grave transmitida por carrapatos, que pode levar a complicações sérias se não for tratada a tempo.


Conhecer os sintomas, buscar atendimento médico e adotar medidas preventivas são a chave para prevenir a infecção e garantir uma recuperação rápida e segura. Se você suspeitar de febre maculosa, procure imediatamente um profissional de saúde para um diagnóstico adequado e iniciar o tratamento o quanto antes.


Sua saúde e bem-estar são fundamentais!


Drª Ana Paula Jafet Coordenadora - Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital IGESP



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Esfriou? Atenção aos cuidados com a laringite viral em crianças

Esfriou? Atenção aos cuidados com a laringite viral em crianças

Com a chegada do inverno e suas baixas temperaturas, está aberta também a temporada das doenças comuns no período, como gripes e resfriados. Além dessas mais conhecidas, a laringite merece uma atenção especial, principalmente em crianças, que são as mais afetadas com as mudanças bruscas no tempo. A doença pode ser causada por diversos agentes infecciosos, mas a forma viral é a mais comum.


A laringe é o órgão que liga faringe e traqueia, com função respiratória e fonatória. Na inflamação por vírus respiratórios transmitida através da saliva, tosse, fala e respiração. Os primeiros sintomas incluem rouquidão, tosse, cócegas na parte posterior da garganta e dificuldade para engolir e respirar.


“Esse tipo de ocorrência é bem comum no inverno e mais ainda em crianças pequenas, de até dois anos de idade. Além dos sintomas citados, é possível ainda que a laringite viral provoque febre, que deve ser observada e tratada com antitérmicos, sob orientação médica”, explica a pediatra e neonatologista do Grupo Trasmontano, Dra. Patricia Terrivel.


Na maioria dos casos, a obstrução das vias aéreas dura de dois a três dias, com diminuição dos sintomas ao final de cinco dias. Mas podem acontecer situações mais graves e persistentes, que requerem outros cuidados. “Em casos mais graves, pode ser necessário o uso de inalação. Se a criança apresentar cansaço, dificuldade para respirar e febre alta persistente, é preciso procurar o pediatra e realizar o acompanhamento médico”, finaliza.



Dicas para amenizar sintomas da laringe viral


· A partir de 01 ano de idade, pode oferecer mel para aliviar a tosse e a irritação na garganta;


· É importante manter a criança hidratada com água, sucos naturais e chás mornos;


· Elevar a cabeça da criança durante o sono pode ajudar a diminuir a dificuldade para respirar. Use uma almofada extra ou eleve o colchão.






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Riscos da hipertensão e a importância de uma vida saudável

Riscos da hipertensão e a importância de uma vida saudável

Cardiologista do Hospital IGESP explica que praticar exercícios, regular a alimentação e controlar o estresse são medidas fundamentais para manter a pressão estável.



O que é a hipertensão arterial?


É a condição que ocorre quando a força do sangue contra a parede das artérias é muito grande. A pressão é considerada alta quando seus valores máximo e mínimo são iguais ou ultrapassam 140/90 mmHg (ou 14 por 9) e, com isso, exige que o coração faça mais esforço do que o necessário para distribuir o sangue pelo corpo. A doença ataca os vasos sanguíneos, coração, cérebro, olhos e, no longo prazo, pode provocar infarto, AVC, aneurisma arterial e insuficiência renal.


No ano passado, o Ministério da Saúde publicou um relatório sobre a hipertensão no país e o resultado foi alarmante: entre 2006 e 2021, o número de adultos diagnosticados com a doença saltou de 22,6% para 26,3%.



Sintomas da doença


Os sintomas tendem a ser percebidos pelo paciente apenas quando a pressão já está muito elevada. Os principais são:




  • Dores de cabeça;

  • Tonturas;

  • Dores no peito;

  • Zumbidos no ouvido;

  • Fraqueza;

  • Visão embaçada;

  • Sangramento nasal.


O Cardiologista do Hospital IGESP, Dr. Irapuan Magalhães Penteado, explica que em muitos dos casos esses sintomas não recebem a devida atenção do paciente. "Aferir a pressão regularmente é a única maneira de diagnóstico, então o recomendado é que pessoas acima de 20 anos façam, ao menos uma vez por ano e, quando houver casos na família, no mínimo duas vezes por ano. Esse problema é herdado dos pais em 90% dos casos", informa.



A importância de uma vida saudável


Além da questão hereditária, hábitos de vida como o sedentarismo, alta ingestão de sódio, o estresse e o consumo de bebidas alcoólicas influenciam diretamente nos níveis da pressão arterial. "É fundamental praticar exercícios físicos regularmente, além de excluir alimentos muito ricos em sal da dieta, evitar o consumo de cigarros e controlar os níveis de estresse e ansiedade, que estão entre as causas mais relevantes para o desenvolvimento da doença", destaca Dr. Irapuan.


Segundo o Sistema de Informações Sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, foram registradas 551.262 mortes por doenças hipertensivas entre 2010 e 2020, sendo 292.339 mulheres e 258.871 homens. Entre os estados com as maiores taxas de mortalidade, estão Piauí, Rio de Janeiro e Alagoas, respectivamente com 45,7 óbitos, 44,6 óbitos e 38,8 óbitos por cada grupo de 100 mil habitantes.






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Hospital IGESP Litoral: O maior e mais completo da Baixada Santista

Hospital IGESP Litoral: O maior e mais completo da Baixada Santista

A inauguração do Hospital IGESP Litoral, na cidade de Praia Grande, foi um marco para toda a região da Baixada Santista. Agora, mais de 500 procedimentos, em parceria com a prefeitura do município serão realizados - já na primeira semana, diversos atendimentos foram realizados, incluindo cirurgias - ampliando, assim, o acesso aos serviços de saúde.



Com um investimento de mais de R$250 milhões, o Hospital IGESP Litoral possui 190 leitos, unidades de internação geral, obstétrica e pediátria, UTI adulto, infantil e neonatal, além dos mais avançados equipamentos para exames como tomografia e hemodinâmica.


Durante a celebração, a Prefeita do município, Raquel Chini, esteve presente e recebeu uma homenagem do Grupo Trasmontano: a maternidade do Hospital IGESP Litoral recebeu o nome do filho da Prefeita, Gabriel Chini, o que foi motivo de bastante emoção durante o evento. o Deputado Federal, Alberto Mourão, o Secretário de Saúde Pública Praia-grandense, Cleber Suckow Nogueira e o Cônsul-geral de Portugal em São Paulo, António Pedro Rodrigues da Silva, estiveram presentes na celebração, além de outras autoridades da Baixada Santista e da capital paulista.



A inauguração foi destaque também em diversos veículos de imprensa, como a TV Tribuna - afiliada da Rede Globo em Santos. Record, Band TV, SBT; contou também com a cobertura da imprensa local com matérias no Guia Turístico de Praia Grande e Gazeta do Litoral e, na mídia especializada em saúde, com publicações nos portais Medicina S/A e Saúde Business.

Formatura dos Programas de Residência Médica e Treinamento Médico do Hospital IGESP

Formatura dos Programas de Residência Médica e Treinamento Médico do Hospital IGESP

Os médicos formandos de 2023 dos Programas de Residência Médica e Treinamento Médico, comemoraram essa conquista ao lado de seus familiares e coordenadores, em um evento que celebrou a carreira desses profissionais de saúde


No dia 27 de março, foi realizado o Jantar de Encerramento dos Programas de Residência Médica e Treinamento Médico do Hospital IGESP, dos formandos de 2023. Formaram-se os alunos das especialidades de Anestesiologia, Cardiologia, Cirurgia Geral, Clínica Médica e Nutrologia.


A cerimônia da entrega dos certificados para os formandos contou com a presença de Dr. Alcides Felix Terrivel, Vice-Presidente do Hospital IGESP.


Os médicos formandos puderam celebrar o momento ao lado de seus coordenadores:




  • Dr. Andrea Bottoni - Coordenador Geral da COREME e do PRM em Nutrologia;

  • Dr. Karleno de Lima Catanhede - Coordenador do PRM em Anestesiologia;

  • Dr. Irapuan Magalhães Penteado - Coordenador do PRM em Cardiologia;

  • Dr. Hésio Vicente Juliano - Coordenador do PRM em Cirurgia Geral;

  • Dra. Renata Lopes Hames, representando a Dra. Ludmila Abrahão Aijar - Coordenadora do PRM em Clínica Médica.


Além dos formandos e da equipe de coordenação do Hospital IGESP, o evento contou com a presença de amigos e familiares dos médicos que aproveitaram o jantar ao som da dupla Badulaque. O jantar de comemoração aconteceu no Restaurante North Bar e Grill, Espaço Gourmet do Shopping Frei Caneca.







É com imensa satisfação e felicidade que parabenizamos os formandos dos Programas de Residência Médica e do Programa de Treinamento Médico:

  • Dr. Alexandre Calestini Abdelnour (PRM em Anestesiologia);

  • Dra. Carolina Minarro Cremasco (PRM em Clínica Médica);

  • Dra. Caroline Daher Farat (PRM em Cirurgia Geral);

  • Dra. Jéssyca Rodrigues Tauhata (PRM em Cardiologia);

  • Dr. Jyean Muchon (PRM em Nutrologia);

  • Dra. Mayra Ingred Pontes Parente Ayres (PRM em Anestesiologia);

  • Dra. Suen Ka Kee Karen (PRM em Clínica Médica);

  • Dr. Guilherme Lira Leite (Programa de Treinamento Médico em Cardiologia);

  • Dra. Julia Baeta Ippolito Pacheco Fernandes (Programa de Treinamento Médico em Nutrologia);

  • Dr. Newton Lopes de Faria Filho (Programa de Treinamento Médico em Nutrologia).


Vocês concluíram uma jornada de muita dedicação, estudo e trabalho. Agora, uma nova fase se inicia e temos a total certeza de que vocês se sairão muito bem em suas carreiras. Parabéns por essa conquista tão significativa!
Fevereiro Laranja: Como identificar os sintomas iniciais da Leucemia

Fevereiro Laranja: Como identificar os sintomas iniciais da Leucemia

Especialista do Hospital IGESP explica como identificar os primeiros sinais e quais os tratamentos disponíveis conforme o diagnóstico do paciente.


Todos os anos, cerca de 11 mil pessoas são diagnosticadas com leucemia no Brasil e, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), são registradas quase 7 mil mortes em decorrência deste tipo de câncer que atinge as células sanguíneas. No mês da campanha de conscientização sobre a leucemia e a importância da doação de medula óssea, denominada "Fevereiro Laranja", a hematologista do Hospital IGESP, Gabriela Aguiar Bulhões, chama a atenção para os sintomas iniciais da doença, que devem ser observados.


“A leucemia é o câncer das células sanguíneas que se inicia nos tecidos formadores de sangue, principalmente na medula óssea, mas rapidamente pode comprometer demais órgãos. A classificação das leucemias é bem complexa e compreende aspectos quanto a velocidade de duplicação de suas células, quanto o tipo de célula tumoral. Os dois grandes grupos de leucemias são a Linfocítica e a Mielocítica e quanto à rapidez de progressão da doença, são classificadas em agudas e crônicas. Leucemias agudas são mais dramáticas, por progridem rapidamente com risco de morte se o tratamento não for iniciado com brevidade, enquanto as crônicas têm evolução mais lenta e pode não precisar de tratamento imediato”, explica a hematologista.


A manifestação dos sintomas acontece de acordo com o tipo de leucemia que acomete as células brancas do sangue (leucócitos).


Como a leucemia compromete a produção do sangue, os elementos que formam as plaquetas, leucócitos e células vermelhas (eritrócitos), começam a ser afetados à medida que as células brancas tumorais se multiplicam. Apesar das células brancas estarem em grande quantidade, elas não funcionam adequadamente, e como são células de defesa, um dos primeiros sinais são infecções persistentes, febre.


À medida que a medula óssea é invadida pelas células tumorais, a produção de plaquetas e eritrócitos também é comprometida e sua fabricação diminuída. Assim, outros sinais e sintomas se referem à anemia (diminuição de eritrócitos) levando a cansaço, palidez das mucosas e pele, falta de ar e alterações cardíacas (aumento da frequência cardíaca e sopros cardíacos). A diminuição das plaquetas causa sangramentos espontâneos, pois essas células fazem parte do sistema de coagulação, assim é comum aparecerem sangramentos nas gengivas, olhos e manchas roxas pelas pele (hematomas).


“Outros sintomas que podem aparecer são inchaço nos gânglios linfáticos (linfonodos), as chamadas” ínguas”, a perda de peso sem motivo aparente e dores nos ossos e nas articulações”, afirma Dra. Gabriela.


“Além das queixas clínicas e exame físico, o médico irá solicitar exames detalhados e específicos. Hoje dispomos de inúmeros tipos de tratamento para as leucemias, além da quimioterapia”, conclui a médica do Hospital IGESP.


O transplante de medula óssea é uma das opções de tratamento da doença, entretanto, muitos pacientes morrem antes de localizarmos um doador compatível. A doação de medula é um procedimento relativamente simples pelo benefício que apresenta ao paciente, pois aumenta em muito as chances de cura da doença.



Doação de medula óssea


Para ser um doador voluntário de medula óssea é preciso ir ao hemocentro mais próximo, realizar um cadastro no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME) e coletar uma amostra de sangue para exame de tipagem HLA. Além disso, é necessário:




  • Ter entre 18 e 35 anos de idade;

  • Um documento de identificação oficial com foto;

  • Estar em bom estado geral de saúde;

  • Não ter nenhuma doença impeditiva para cadastro e doação de medula óssea.


Vale lembrar que o REDOME pertence ao Ministério da Saúde e hoje tem mais de 5 milhões de doadores cadastrados, sendo considerado o terceiro maior banco de doadores de medula óssea do mundo.






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Atenção às doenças de verão: Cuidados com as crianças

Atenção às doenças de verão: Cuidados com as crianças

Especialista do Hospital IGESP orienta sobre medidas de prevenção contra infecções no ouvido, diarreias e insolação.


Época do ano marcada por chuvas e altas temperaturas, o verão é sinônimo de férias, viagens em família e descanso. Porém, para muitos, ele pode se tornar motivo de preocupação, já que os meses de calor registram o aumento de doenças como diarreia, otite e insolação, principalmente em crianças.


De acordo com a pediatra do Hospital IGESP, Patricia Terrivel, é importante que os pais estejam atentos aos cuidados básicos com a higiene dos pequenos, como o consumo de água potável, a ingestão de alimentos bem acondicionados e a lavagem das mãos após brincadeiras ou idas ao banheiro.


“No período do verão e de férias escolares, é inevitável que ocorram mais atividades ao ar livre, como praias e piscinas, o que pode facilitar a contaminação de crianças por diversas vias. É fundamental ter atenção à higiene e à conservação de alimentos para evitar viroses e diarreia nesses momentos”, explica a médica.


O contato com a água pode trazer outro problema aos pequenos: as otites, inflamações no ouvido causadas por fungos e bactérias, provocando infecção geralmente no ouvido externo. “Nesse caso, o ideal é procurar o médico e iniciar o tratamento adequado. Com otites, as crianças podem sofrer com dor no ouvido, secreções e zumbido”, afirma.


Em relação à exposição excessiva ao sol, a famosa insolação, o uso de protetor solar deve ser item obrigatório na rotina, assim como a hidratação. “A insolação causa queimaduras dolorosas, que incomodam bastante e podem fazer com que as crianças tenham febre, vômito e até diarreia. Como a pele deles é mais sensível se comparada com a dos adultos, recomendo não apenas o uso de protetor solar, mas também de acessórios de proteção, como chapéus e bonés, além da ingestão de água e outros líquidos durante o dia”, finaliza a pediatra do Hospital IGESP.







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