Jejum intermitente: especialista explica como funciona prática





Estratégia alterna períodos sem comer com janelas de alimentação e exige atenção para evitar efeitos indesejados.

O jejum intermitente ganhou espaço nas redes sociais e passou a integrar a rotina de quem busca reorganizar os horários das refeições, controlar o peso ou reduzir a ingestão calórica. Diferentemente das dietas que restringem grupos alimentares, essa estratégia se concentra no tempo em que se come, e não necessariamente no que vai ao prato. Entre os modelos mais conhecidos está o 16:8, em que a pessoa passa 16 horas em jejum e concentra as refeições em uma janela de oito horas. Outro formato popular é o 5:2, que propõe redução significativa das calorias em dois dias da semana, mantendo a alimentação habitual nos demais. Segundo Andrea Bottoni, Nutrólogo do Hospital IGESP, durante o jejum o organismo primeiro utiliza as reservas de glicose para manter as funções básicas, para depois recorrer aos estoques de gordura como fonte de energia. “Essa resposta, porém, varia de acordo com idade, nível de atividade física, condições de saúde e qualidade da alimentação nos períodos em que a ingestão é permitida”, explica. “A forma como o jejum é conduzido, e especialmente como é encerrado, interfere diretamente nos resultados e na sensação de bem-estar”, acrescenta o especialista.

Quais os principais efeitos colaterais?


Embora adotado por parte da população, o jejum intermitente pode provocar desconfortos, sobretudo nas primeiras semanas ou quando praticado por longos períodos sem orientação. Dor de cabeça, irritabilidade, dificuldade de concentração, fadiga e tontura estão entre os sintomas mais relatados, geralmente associados à queda dos níveis de glicose. Em jejuns mais prolongados, também podem surgir fraqueza e sudorese. “Há ainda o risco de compulsão alimentar ao fim do período sem comer. Exageros na primeira refeição podem levar a inchaço, náusea e refluxo. Alterações no humor e no sono também são descritas, assim como possíveis carências nutricionais quando a alimentação nas janelas permitidas não é equilibrada. Por isso, planejamento é fundamental para reduzir riscos e preservar a saúde’, afirma no Nutrólogo do Hospital IGESP.

Alimentos indicados para a quebra do jejum


A forma de quebrar o jejum é considerada um dos pontos mais importantes da prática, uma vez que após horas sem ingestão alimentar, o organismo tende a responder de maneira mais sensível a grandes volumes de comida ou a alimentos ricos em açúcar e gordura saturada. Por isso, a recomendação geral é iniciar com uma refeição equilibrada, composta por proteínas, fibras, carboidratos complexos e gorduras de boa qualidade. “Ovos, iogurte natural, queijos magros e leguminosas ajudam na saciedade e na preservação da massa muscular. Carboidratos como aveia, arroz integral e batata-doce fornecem energia de maneira gradual, evitando picos de glicose. Já as frutas, verduras e legumes agregam fibras e micronutrientes, enquanto azeite de oliva, abacate e castanhas complementam o valor nutricional”, orienta o especialista.



Ministério da Saúde anuncia campanha de imunização contra sarampo





Dois casos confirmados de sarampo em São Paulo levantam alerta sobre a vacinação.

O Ministério da Saúde lançou em 29/04/26 uma campanha nacional de vacinação contra o sarampo, direcionada a brasileiros que planejam viajar para a Copa do Mundo da FIFA 2026. Com o apoio do tetracampeão mundial Raí, a iniciativa visa alertar os viajantes sobre a importância de verificar e atualizar a caderneta de vacinação antes do embarque, conforme as orientações do Calendário Nacional de Vacinação.

A urgência dessa medida é reforçada pela recente confirmação de dois casos de sarampo em São Paulo, com o segundo registrado ontem (28). O paciente, um homem de 42 anos natural da Guatemala, foi diagnosticado no final de março, em São Paulo, e a confirmação da doença veio após exames laboratoriais.

O primeiro caso de sarampo no estado paulista envolveu uma bebê de seis meses, não vacinada, que viajou para a Bolívia em janeiro deste ano. Confirmado no início deste mês, esse caso foi o primeiro registrado no país, segundo o Ministério da Saúde.

Os riscos do sarampo


O sarampo é transmitido pelo contato próximo, por gotículas e partículas no ar liberadas ao falar, tossir ou espirrar. Por ser altamente contagioso, um breve contato com uma pessoa infectada pode ser suficiente. Os principais sintomas são febre alta, tosse, coriza, conjuntivite e manchas vermelhas pelo corpo.

Segundo o infectologista do hospital IGESP, Julio Onita, há risco de aumento de casos, pois o sarampo é uma doença altamente infectocontagiosa. “Os fatores que contribuem para um possível aumento estão a circulação de pessoas não vacinadas, especialmente imigrantes e refugiados com status vacinal desconhecido, e o crescimento de populações com imunidade comprometida, como pacientes em tratamento oncológico, reumatológico ou neurológico. Mesmo quem já foi vacinado pode ter redução da resposta imunológica ao longo do tempo, dependendo dessas condições”, afirma o especialista.

Quem deve ser vacinado


A vacina contra o sarampo é ofertada gratuitamente pelo SUS para crianças, adolescentes e adultos, independentemente se tem viagem marcada.

· Crianças de 6 a 11 meses devem receber a chamada “dose zero”.

· Pessoas de 12 meses a 29 anos precisam de duas doses.

· Adultos de 30 a 59 anos devem receber uma dose.

“A vacina utiliza um vírus vivo enfraquecido, que não causa a doença em pessoas saudáveis, mas é suficiente para estimular o sistema imunológico. Isso leva à produção de anticorpos que permanecem no organismo e são rapidamente ativados, caso haja contato com o vírus real.”, explica o infectologista.



Café, energético ou pré-treino: qual é a melhor escolha antes do exercício?





Cada alternativa possui composição diferente e pode provocar efeitos distintos no organismo, especialmente no sistema cardiovascular.





Café, suplementos pré-treino e bebidas energéticas estão entre as opções mais utilizadas antes da prática de exercícios físicos e, apesar do objetivo semelhante, cada alternativa possui composição diferente e pode provocar efeitos distintos no organismo, especialmente no sistema cardiovascular.


A cafeína, principal estimulante presente nesses produtos, está associada à melhora do rendimento físico quando consumida em quantidades adequadas. Segundo a International Society of Sports Nutrition, a ingestão de 3 a 6 mg de cafeína por quilo de peso corporal pode contribuir para melhor desempenho em diferentes tipos de exercício.


Ao mesmo tempo, avaliações da European Food Safety Authority indicam que o consumo de até 400 mg por dia é considerado seguro para adultos saudáveis; acima desse nível, aumentam as chances de efeitos como palpitações, ansiedade e alterações na frequência cardíaca.


O cardiologista do Hospital IGESP, Daniel Terrível, explica que o ponto central está na quantidade de estimulantes ingeridos e na forma como eles se combinam. “Produtos com múltiplos compostos estimulantes podem intensificar os efeitos sobre o coração e a circulação. Por esse motivo, compreender a composição de cada opção ajuda a escolher a alternativa mais adequada para o tipo de treino e para a tolerância individual à cafeína”, comenta.



Café, suplemento ou energético?


O café se destaca pela composição simples, uma vez que contém cafeína natural e poucos outros componentes com efeito estimulante, o que permite maior controle sobre a quantidade ingerida e reduz o risco de associação com substâncias que possam intensificar o impacto cardiovascular.


Por esse motivo, costuma ser suficiente para quem busca apenas mais disposição e foco antes do exercício. Em geral, é indicado para atividades físicas moderadas, como caminhadas, corridas leves ou treinos de academia de intensidade moderada.


Já os suplementos pré-treino apresentam fórmulas mais complexas. Além de cafeína, frequentemente incluem aminoácidos, compostos relacionados à resistência muscular e substâncias associadas à vasodilatação. Esse tipo de produto costuma ser utilizado por pessoas que realizam treinos mais intensos ou que buscam melhorar o desempenho físico de forma mais específica.


“A presença de múltiplos ingredientes, no entanto, exige atenção à dose total de estimulantes. Por isso, o consumo costuma ser mais comum entre praticantes de musculação com cargas elevadas, treinos de alta intensidade ou rotinas voltadas ao desempenho esportivo”, afirma o cardiologista do Hospital IGESP.


As bebidas energéticas, por sua vez, também utilizam cafeína como principal estimulante, mas geralmente combinam a substância com altos níveis de açúcar e outros compostos estimulantes, combinação que pode provocar aumento mais rápido da frequência cardíaca e da pressão arterial.


Por esse motivo, o consumo antes da atividade física exige cautela, sobretudo em exercícios intensos ou prolongados. Diferentemente do café ou de suplementos formulados especificamente para treino, os energéticos costumam estar mais associados a situações de cansaço ou necessidade de alerta no cotidiano, como longos períodos de trabalho ou estudo, e não necessariamente a uma estratégia de pré-treino.


“Em muitos casos, quantidades moderadas do estimulante já são suficientes para aumentar a disposição e o foco durante o exercício. Avaliar a presença de outros compostos estimulantes e evitar excessos ajuda a reduzir impactos sobre o sistema cardiovascular e contribui para uma prática esportiva mais segura”, finaliza Daniel Terrível.










Do Nipah às infecções comuns: especialista do Hospital IGESP explica como identificar sintomas e acompanhar a saúde a longo prazo

Mesmo sem casos no Brasil, o estudo do vírus reforça a importância de atenção aos primeiros sintomas e à evolução das infecções virais.

O vírus Nipah tem chamado atenção global nos últimos dias por sua gravidade em alguns países da Ásia e pelo potencial de causar surtos localizados. Embora ainda não tenha registros no Brasil, ele serve como exemplo de como algumas doenças virais podem evoluir silenciosamente.

A taxa de letalidade estimada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) varia conforme o surto e as condições de vigilância e tratamento local, mas geralmente fica entre 40% e 75% das pessoas infectadas. Esse cenário reforça a importância de identificar sinais iniciais e acompanhar a evolução de infecções virais, mesmo quando os sintomas parecem leves ou passageiros.

A evolução da infecção pelo vírus Nipah nem sempre é perceptível de imediato, o que torna o monitoramento contínuo fundamental para prevenir complicações e favorecer uma recuperação completa.

A transmissão do vírus ocorre principalmente pelo contato direto com animais infectados, especialmente morcegos frugívoros e porcos, ou pelo consumo de alimentos contaminados, como frutas e seivas cruas. Também há registro de transmissão de pessoa para pessoa, sobretudo por meio do contato com secreções corporais.

“A prevenção envolve medidas simples, mas essenciais, como evitar o consumo de alimentos potencialmente contaminados, reforçar práticas de higiene, utilizar equipamentos de proteção em ambientes de risco e adotar protocolos rigorosos de controle de infecção. Atualmente, não há tratamento antiviral específico nem vacina aprovada contra o Nipah, sendo o manejo baseado em cuidados de suporte e no acompanhamento clínico contínuo para tratar complicações à medida que surgem”, explica Julio Onita, infectologista do Hospital IGESP.

“Os primeiros sinais de infecção podem ser sutis e facilmente confundidos com resfriados ou outras viroses comuns, como dengue, influenza ou febre amarela. Sintomas como febre baixa, dor de cabeça, cansaço intenso e mal-estar geral podem passar despercebidos, mas indicam que o organismo está reagindo a uma agressão viral. Observar essas manifestações com atenção permite detecção precoce, reduzindo o risco de complicações e evitando que situações mais graves se instalem sem que sejam percebidas”, acrescenta o médico.

Doenças raras e infecções comuns compartilham riscos silenciosos


Estudar vírus como o Nipah reforça que prevenção, atenção aos primeiros sinais e acompanhamento contínuo não são apenas práticas desejáveis, mas essenciais para lidar com doenças emergentes e infecções virais em geral. Esses cuidados contribuem para ampliar a segurança e o bem-estar da população, inclusive em regiões onde o vírus ainda não circula, ao fortalecer uma cultura de vigilância capaz de reduzir riscos e aprimorar a resposta diante de novas ameaças virais.

“Aprender a reconhecer sinais sutis e iniciais e acompanhar a evolução das infecções traz lições valiosas não apenas para doenças raras como o Nipah, mas também para vírus recorrentes como dengue, influenza e febre amarela. Cada organismo reage de maneira única, e sintomas leves podem esconder processos que evoluem silenciosamente”, afirma o especialista do Hospital IGESP.

“A observação cuidadosa e a vigilância contínua tornam-se, assim, ferramentas fundamentais para identificar alterações de saúde antes que se tornem problemas graves, permitindo intervenções mais precisas e eficazes”, finaliza.

Relatório Igualdade Salarial 1º ciclo 2026

A EMPRESA IGESP SA CMC INST GAST SP não tem e proíbe qualquer prática discriminatória e limitativa para efeito de acesso à relação de trabalho, ou de sua manutenção, inclusive relacionada ao salário e ou remuneração, por motivo de gênero, identidade de gênero, origem, raça, cor, religião, estado civil, situação familiar, deficiência, reabilitação profissional, idade, entre outros.

Desta forma, todas as políticas relacionadas ao acesso ao emprego, de sua manutenção e de critérios remuneratórios são baseadas unicamente em critérios permitidos por lei, como por exemplo, observadas as competências e habilidades e, em relação aos critérios salariais, o estabelecido no Art. 461 da CLT.

Acesse:

Relatório IGESP Paulista.

Relatório IGESP Litoral.
Canetas emagrecedoras

Canetas emagrecedoras: especialista do Hospital IGESP explica por que comer melhor e se exercitar ainda é essencial para manter o peso

Uso da medicação não substitui mudanças estruturais na alimentação e no estilo de vida; segundo pesquisa, 58% dos brasileiros afirmam já ter ouvido falar das canetas emagrecedoras.

O avanço das chamadas canetas emagrecedoras colocou os medicamentos injetáveis para perda de peso no centro do debate sobre obesidade e saúde metabólica. Ao atuarem na regulação do apetite e da saciedade, esses fármacos contribuem para a redução da ingestão calórica e para o emagrecimento, mas especialistas alertam que o uso da medicação, por si só, não substitui mudanças na alimentação e no estilo de vida.

Segundo a pesquisa Ipsos Health Service Report 2025, 58% dos brasileiros afirmam já ter ouvido falar das canetas emagrecedoras. Paralelamente, dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) mostram que 32,25% das notificações de eventos adversos relacionados à semaglutida no Brasil estão associadas ao uso fora das indicações aprovadas em bula, proporção cerca de três vezes maior do que a observada na base global da Organização Mundial da Saúde (OMS).

“O cenário reforça a necessidade de uso responsável e acompanhamento médico adequado. As canetas emagrecedoras reduzem a ingestão alimentar porque atuam em vias hormonais ligadas à saciedade e ao esvaziamento gástrico, com sinalização ao sistema nervoso central que o organismo está satisfeito, retardando a digestão, prolongando a sensação de plenitude após as refeições”, explica Andrea Bottoni, nutrólogo do Hospital IGESP. “Com isso, o indivíduo tende a comer menos e a se sentir saciado com porções menores, facilitando a redução do consumo calórico diário.”

Alimentação e exercício como base do tratamento


Apesar dos benefícios, a redução do apetite não garante, por si só, uma alimentação equilibrada. Sem orientação nutricional adequada, é possível diminuir calorias sem assegurar a ingestão correta de nutrientes essenciais, e esse desequilíbrio pode favorecer a perda de massa muscular, reduzir o gasto energético basal e dificultar a manutenção do peso no longo prazo.

“Durante o tratamento, a recomendação é priorizar proteínas magras, como frango, peixe, ovos, carnes magras e verduras, legumes e frutas ricos em fibras, carboidratos complexos (arroz integral, aveia, batata-doce), além de fontes de gorduras boas, como azeite de oliva, abacate, castanhas e sementes”, acrescenta o especialista.

A prática regular de atividade física é outro pilar indispensável, uma vez que o exercício contribui para a preservação e o ganho de massa muscular, melhora a sensibilidade à insulina, aumenta o gasto energético total e ajuda a evitar a desaceleração metabólica associada à perda de peso. Além disso, não se pode descartar os benefícios cardiovasculares, metabólicos e impacto positivo no bem-estar psicológico.

“Dessa forma, as canetas emagrecedoras devem ser encaradas como uma ferramenta complementar, inserida em uma abordagem integrada que inclui reeducação alimentar, atividade física e mudanças comportamentais. A combinação dessas estratégias é fundamental para resultados sustentáveis e para a promoção da saúde de forma ampla, indo além da simples perda de peso”, finaliza o nutrólogo do Hospital IGESP.

MPOX: Especialista explica quais os cuidados e como se prevenir

No início do mês de março, o Ministério da Saúde confirmou na região metropolitana de São Paulo o primeiro caso de Mpox no Brasil causado por uma nova cepa do vírus, a 1b, em uma paciente de 29 anos, que teve contato com um familiar do Congo, país africano onde a doença é endêmica. A Mpox, anteriormente conhecida como varíola dos macacos, continua monitorada pelas autoridades de saúde no Brasil.

A doença, causada pelo vírus Monkeypox, pertence à mesma família do vírus da varíola humana, mas geralmente apresenta sintomas mais leves. A transmissão da Mpox ocorre principalmente pelo contato direto com lesões na pele, fluidos corporais, gotículas respiratórias ou materiais contaminados, como roupas e roupas de cama. O período de incubação varia de 6 a 13 dias, podendo chegar a 21 dias.

“Os principais sintomas incluem febre, dor de cabeça, cansaço, inchaço nos gânglios linfáticos e lesões cutâneas que podem se espalhar pelo corpo. A transmissão ocorre principalmente por contato direto com feridas, fluidos corporais ou objetos contaminados, além da exposição prolongada com secreções respiratórias”, alerta Julio Onita, Infectologista e Coordenador do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital IGESP.

Cuidados com a doença


Para evitar a transmissão da Mpox, é essencial adotar medidas simples do dia a dia. O contato direto com pessoas infectadas deve ser evitado, especialmente com suas lesões na pele, saliva e fluidos corporais. Como o vírus também pode estar presente em objetos contaminados, como roupas, toalhas e lençóis, é importante não compartilhar esses itens. Além disso, manter uma boa higiene pessoal, lavando as mãos com frequência com água e sabão ou utilizando álcool em gel, ajuda a reduzir o risco de contágio. Em locais onde há surtos da doença, o uso de máscaras pode ser uma medida preventiva adicional, principalmente para aqueles que convivem com casos suspeitos ou confirmados.

“O tratamento da Mpox é focado no alívio dos sintomas, já que, na maioria dos casos, a doença evolui de forma leve e se resolve espontaneamente em algumas semanas. Durante esse período, é essencial manter o corpo hidratado, descansar e, se necessário, usar remédios para controlar a febre e a dor, sempre sob orientação médica. Outro cuidado importante é com as lesões na pele, que devem ser mantidas limpas e protegidas para evitar infecções secundárias”, ressalta o médico.

Nos casos mais graves, que geralmente afetam pessoas com imunidade comprometida, pode ser necessária uma abordagem mais específica, incluindo o uso de antivirais, como o Tecovirimat. No entanto, esse tratamento só é recomendado em situações de maior risco e precisa ser acompanhado por um profissional de saúde. Por isso, ao notar os primeiros sintomas da Mpox, a recomendação é buscar atendimento médico para uma avaliação adequada e receber as orientações necessárias para a recuperação.

Setembro Amarelo: Um Movimento pela Vida e pela Saúde Mental

Setembro Amarelo é um mês dedicado à conscientização e à prevenção do suicídio, uma causa de extrema importância que busca quebrar tabus, difundir informações essenciais e, sobretudo, salvar vidas. O dia 10 de setembro, conhecido como Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, é um marco que reforça a necessidade urgente de cuidar da saúde mental e estar atento aos sinais de quem pode estar em sofrimento.

A Epidemia Silenciosa: Números que Alarmam


O suicídio é uma das principais causas de morte no mundo, e os números no Brasil são particularmente preocupantes. Segundo a OMS, mais de 700 mil pessoas tiram suas vidas anualmente em todo o mundo. No Brasil, esse número chega a quase 14 mil por ano, com uma média diária de 38 suicídios, sendo a maior incidência entre jovens de 15 a 29 anos. Esses dados evidenciam a urgência de abordar o tema de forma aberta e responsável.

A Importância de Falar Sobre Suicídio


Historicamente, o suicídio foi um tema cercado de estigmas, com o receio de que discutir o assunto pudesse incentivar comportamentos suicidas. Contudo, estudos mostram que o oposto é verdadeiro: falar sobre suicídio de maneira responsável ajuda a quebrar o isolamento de quem sofre e cria uma rede de apoio fundamental para salvar vidas. A campanha Setembro Amarelo tem sido crucial para promover essa mudança de perspectiva, tornando mais acessíveis as informações necessárias para identificar sinais de alerta e incentivar a busca por ajuda.

Sinais de Alerta: Atenção aos Detalhes


Reconhecer os sinais de alerta é o primeiro passo para a prevenção. Entre os comportamentos que podem indicar risco de suicídio, destacam-se:

  • Comentários Diretos: Frases como "Eu quero morrer" ou "Não aguento mais viver" são pedidos claros de ajuda.

  • Pesquisas na Internet: Buscar métodos de suicídio ou adquirir armas e medicamentos em grandes quantidades.

  • Sentimentos Persistentes: Desesperança, desamparo ou a sensação de que a vida não tem sentido.

  • Isolamento Social: Afastar-se de amigos, familiares e atividades sociais pode indicar sofrimento.

  • Mudanças Extremas de Humor: Alternar entre depressão profunda e uma calma repentina.

  • Comportamentos de Risco: Uso de substâncias, direção perigosa ou automutilação.


Todos esses sinais devem ser levados a sério. Se você identificar qualquer um deles, é crucial buscar ajuda profissional imediatamente.

Como Ajudar Quem Precisa


Ajudar alguém em risco de suicídio pode ser desafiador, mas pequenas ações podem fazer uma grande diferença. O mais importante é estar presente, ouvir sem julgamentos e oferecer apoio. Incentive a pessoa a procurar ajuda profissional e, acima de tudo, mostre que ela não está sozinha.

O CVV (Centro de Valorização da Vida) oferece suporte emocional gratuito e confidencial 24 horas por dia. O atendimento pode ser realizado pelo telefone (188), e-mail ou chat no site www.cvv.org.br.




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Relatório Igualdade Salarial 2º ciclo 2025

A EMPRESA IGESP SA CMC INST GAST SP não tem e proíbe qualquer prática discriminatória e limitativa para efeito de acesso à relação de trabalho, ou de sua manutenção, inclusive relacionada ao salário e ou remuneração, por motivo de gênero, identidade de gênero, origem, raça, cor, religião, estado civil, situação familiar, deficiência, reabilitação profissional, idade, entre outros.

Desta forma, todas as políticas relacionadas ao acesso ao emprego, de sua manutenção e de critérios remuneratórios são baseadas unicamente em critérios permitidos por lei, como por exemplo, observadas as competências e habilidades e, em relação aos critérios salariais, o estabelecido no Art. 461 da CLT.

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Desta forma, todas as políticas relacionadas ao acesso ao emprego, de sua manutenção e de critérios remuneratórios são baseadas unicamente em critérios permitidos por lei, como por exemplo, observadas as competências e habilidades e, em relação aos critérios salariais, o estabelecido no Art. 461 da CLT.

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