Relatório Igualdade Salarial 1º ciclo 2026

A EMPRESA IGESP SA CMC INST GAST SP não tem e proíbe qualquer prática discriminatória e limitativa para efeito de acesso à relação de trabalho, ou de sua manutenção, inclusive relacionada ao salário e ou remuneração, por motivo de gênero, identidade de gênero, origem, raça, cor, religião, estado civil, situação familiar, deficiência, reabilitação profissional, idade, entre outros.

Desta forma, todas as políticas relacionadas ao acesso ao emprego, de sua manutenção e de critérios remuneratórios são baseadas unicamente em critérios permitidos por lei, como por exemplo, observadas as competências e habilidades e, em relação aos critérios salariais, o estabelecido no Art. 461 da CLT.

Acesse:

Relatório IGESP Paulista.

Relatório IGESP Litoral.
Canetas emagrecedoras

Canetas emagrecedoras: especialista do Hospital IGESP explica por que comer melhor e se exercitar ainda é essencial para manter o peso

Uso da medicação não substitui mudanças estruturais na alimentação e no estilo de vida; segundo pesquisa, 58% dos brasileiros afirmam já ter ouvido falar das canetas emagrecedoras.

O avanço das chamadas canetas emagrecedoras colocou os medicamentos injetáveis para perda de peso no centro do debate sobre obesidade e saúde metabólica. Ao atuarem na regulação do apetite e da saciedade, esses fármacos contribuem para a redução da ingestão calórica e para o emagrecimento, mas especialistas alertam que o uso da medicação, por si só, não substitui mudanças na alimentação e no estilo de vida.

Segundo a pesquisa Ipsos Health Service Report 2025, 58% dos brasileiros afirmam já ter ouvido falar das canetas emagrecedoras. Paralelamente, dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) mostram que 32,25% das notificações de eventos adversos relacionados à semaglutida no Brasil estão associadas ao uso fora das indicações aprovadas em bula, proporção cerca de três vezes maior do que a observada na base global da Organização Mundial da Saúde (OMS).

“O cenário reforça a necessidade de uso responsável e acompanhamento médico adequado. As canetas emagrecedoras reduzem a ingestão alimentar porque atuam em vias hormonais ligadas à saciedade e ao esvaziamento gástrico, com sinalização ao sistema nervoso central que o organismo está satisfeito, retardando a digestão, prolongando a sensação de plenitude após as refeições”, explica Andrea Bottoni, nutrólogo do Hospital IGESP. “Com isso, o indivíduo tende a comer menos e a se sentir saciado com porções menores, facilitando a redução do consumo calórico diário.”

Alimentação e exercício como base do tratamento


Apesar dos benefícios, a redução do apetite não garante, por si só, uma alimentação equilibrada. Sem orientação nutricional adequada, é possível diminuir calorias sem assegurar a ingestão correta de nutrientes essenciais, e esse desequilíbrio pode favorecer a perda de massa muscular, reduzir o gasto energético basal e dificultar a manutenção do peso no longo prazo.

“Durante o tratamento, a recomendação é priorizar proteínas magras, como frango, peixe, ovos, carnes magras e verduras, legumes e frutas ricos em fibras, carboidratos complexos (arroz integral, aveia, batata-doce), além de fontes de gorduras boas, como azeite de oliva, abacate, castanhas e sementes”, acrescenta o especialista.

A prática regular de atividade física é outro pilar indispensável, uma vez que o exercício contribui para a preservação e o ganho de massa muscular, melhora a sensibilidade à insulina, aumenta o gasto energético total e ajuda a evitar a desaceleração metabólica associada à perda de peso. Além disso, não se pode descartar os benefícios cardiovasculares, metabólicos e impacto positivo no bem-estar psicológico.

“Dessa forma, as canetas emagrecedoras devem ser encaradas como uma ferramenta complementar, inserida em uma abordagem integrada que inclui reeducação alimentar, atividade física e mudanças comportamentais. A combinação dessas estratégias é fundamental para resultados sustentáveis e para a promoção da saúde de forma ampla, indo além da simples perda de peso”, finaliza o nutrólogo do Hospital IGESP.

MPOX: Especialista explica quais os cuidados e como se prevenir

No início do mês de março, o Ministério da Saúde confirmou na região metropolitana de São Paulo o primeiro caso de Mpox no Brasil causado por uma nova cepa do vírus, a 1b, em uma paciente de 29 anos, que teve contato com um familiar do Congo, país africano onde a doença é endêmica. A Mpox, anteriormente conhecida como varíola dos macacos, continua monitorada pelas autoridades de saúde no Brasil.

A doença, causada pelo vírus Monkeypox, pertence à mesma família do vírus da varíola humana, mas geralmente apresenta sintomas mais leves. A transmissão da Mpox ocorre principalmente pelo contato direto com lesões na pele, fluidos corporais, gotículas respiratórias ou materiais contaminados, como roupas e roupas de cama. O período de incubação varia de 6 a 13 dias, podendo chegar a 21 dias.

“Os principais sintomas incluem febre, dor de cabeça, cansaço, inchaço nos gânglios linfáticos e lesões cutâneas que podem se espalhar pelo corpo. A transmissão ocorre principalmente por contato direto com feridas, fluidos corporais ou objetos contaminados, além da exposição prolongada com secreções respiratórias”, alerta Julio Onita, Infectologista e Coordenador do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital IGESP.

Cuidados com a doença


Para evitar a transmissão da Mpox, é essencial adotar medidas simples do dia a dia. O contato direto com pessoas infectadas deve ser evitado, especialmente com suas lesões na pele, saliva e fluidos corporais. Como o vírus também pode estar presente em objetos contaminados, como roupas, toalhas e lençóis, é importante não compartilhar esses itens. Além disso, manter uma boa higiene pessoal, lavando as mãos com frequência com água e sabão ou utilizando álcool em gel, ajuda a reduzir o risco de contágio. Em locais onde há surtos da doença, o uso de máscaras pode ser uma medida preventiva adicional, principalmente para aqueles que convivem com casos suspeitos ou confirmados.

“O tratamento da Mpox é focado no alívio dos sintomas, já que, na maioria dos casos, a doença evolui de forma leve e se resolve espontaneamente em algumas semanas. Durante esse período, é essencial manter o corpo hidratado, descansar e, se necessário, usar remédios para controlar a febre e a dor, sempre sob orientação médica. Outro cuidado importante é com as lesões na pele, que devem ser mantidas limpas e protegidas para evitar infecções secundárias”, ressalta o médico.

Nos casos mais graves, que geralmente afetam pessoas com imunidade comprometida, pode ser necessária uma abordagem mais específica, incluindo o uso de antivirais, como o Tecovirimat. No entanto, esse tratamento só é recomendado em situações de maior risco e precisa ser acompanhado por um profissional de saúde. Por isso, ao notar os primeiros sintomas da Mpox, a recomendação é buscar atendimento médico para uma avaliação adequada e receber as orientações necessárias para a recuperação.

Setembro Amarelo: Um Movimento pela Vida e pela Saúde Mental

Setembro Amarelo é um mês dedicado à conscientização e à prevenção do suicídio, uma causa de extrema importância que busca quebrar tabus, difundir informações essenciais e, sobretudo, salvar vidas. O dia 10 de setembro, conhecido como Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, é um marco que reforça a necessidade urgente de cuidar da saúde mental e estar atento aos sinais de quem pode estar em sofrimento.

A Epidemia Silenciosa: Números que Alarmam


O suicídio é uma das principais causas de morte no mundo, e os números no Brasil são particularmente preocupantes. Segundo a OMS, mais de 700 mil pessoas tiram suas vidas anualmente em todo o mundo. No Brasil, esse número chega a quase 14 mil por ano, com uma média diária de 38 suicídios, sendo a maior incidência entre jovens de 15 a 29 anos. Esses dados evidenciam a urgência de abordar o tema de forma aberta e responsável.

A Importância de Falar Sobre Suicídio


Historicamente, o suicídio foi um tema cercado de estigmas, com o receio de que discutir o assunto pudesse incentivar comportamentos suicidas. Contudo, estudos mostram que o oposto é verdadeiro: falar sobre suicídio de maneira responsável ajuda a quebrar o isolamento de quem sofre e cria uma rede de apoio fundamental para salvar vidas. A campanha Setembro Amarelo tem sido crucial para promover essa mudança de perspectiva, tornando mais acessíveis as informações necessárias para identificar sinais de alerta e incentivar a busca por ajuda.

Sinais de Alerta: Atenção aos Detalhes


Reconhecer os sinais de alerta é o primeiro passo para a prevenção. Entre os comportamentos que podem indicar risco de suicídio, destacam-se:

  • Comentários Diretos: Frases como "Eu quero morrer" ou "Não aguento mais viver" são pedidos claros de ajuda.

  • Pesquisas na Internet: Buscar métodos de suicídio ou adquirir armas e medicamentos em grandes quantidades.

  • Sentimentos Persistentes: Desesperança, desamparo ou a sensação de que a vida não tem sentido.

  • Isolamento Social: Afastar-se de amigos, familiares e atividades sociais pode indicar sofrimento.

  • Mudanças Extremas de Humor: Alternar entre depressão profunda e uma calma repentina.

  • Comportamentos de Risco: Uso de substâncias, direção perigosa ou automutilação.


Todos esses sinais devem ser levados a sério. Se você identificar qualquer um deles, é crucial buscar ajuda profissional imediatamente.

Como Ajudar Quem Precisa


Ajudar alguém em risco de suicídio pode ser desafiador, mas pequenas ações podem fazer uma grande diferença. O mais importante é estar presente, ouvir sem julgamentos e oferecer apoio. Incentive a pessoa a procurar ajuda profissional e, acima de tudo, mostre que ela não está sozinha.

O CVV (Centro de Valorização da Vida) oferece suporte emocional gratuito e confidencial 24 horas por dia. O atendimento pode ser realizado pelo telefone (188), e-mail ou chat no site www.cvv.org.br.




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Relatório Igualdade Salarial 2º ciclo 2025

A EMPRESA IGESP SA CMC INST GAST SP não tem e proíbe qualquer prática discriminatória e limitativa para efeito de acesso à relação de trabalho, ou de sua manutenção, inclusive relacionada ao salário e ou remuneração, por motivo de gênero, identidade de gênero, origem, raça, cor, religião, estado civil, situação familiar, deficiência, reabilitação profissional, idade, entre outros.

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Relatório Igualdade Salarial 1º ciclo 2025

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A Importância do Diagnóstico Precoce para o Câncer de Mama

A Importância do Diagnóstico Precoce para o Câncer de Mama

Se você é mulher, ou tem uma mulher especial na sua vida, atente-se a esses dados sobre o câncer de mama.

Cerca de 18 mil mulheres vão morrer em decorrência do câncer de mama até 2025 de acordo com a projeção do INCA – Instituto Nacional do Câncer, que estima que entre 2023 e 2025, sejam diagnosticados quase 74 mil novos casos de câncer de mama no país. Sendo esse tipo a primeira causa de morte por câncer em mulheres no Brasil.

Mesmo com esses dados preocupantes, muitas ainda desconhecem as medidas básicas de prevenção e diagnóstico precoce. Hoje cerca de 60% das mulheres acreditam que a principal medida para a detecção precoce do câncer de mama é o autoexame. Por meio dele é possível detectarmos sinais e sintomas importantes para o diagnóstico como por exemplo:

  • Caroço (nódulo) endurecido, fixo e geralmente indolor. É a principal manifestação da doença, estando presente em mais de 90% dos casos;

  • Alterações no bico do peito (mamilo);

  • Pequenos nódulos na região embaixo dos braços (axilas) ou no pescoço;

  • Saída espontânea de líquido de um dos mamilos;

  • Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja.


Fazer frequentemente o autoexame é uma medida muito importante, mas além dele. existem meios diagnósticos mais precisos que complementam esse cuidado, como por exemplo, a mamografia, que é capaz de detectar tumores menores.

Outro dado alarmante é que apesar da doença ter maior incidência em mulheres com idade média de 53 anos, especialistas destacam a tendência do diagnóstico cada vez mais presente em mulheres jovens, entre 30 e 49 anos, representando 30% do total de casos registrados no país.

A grande verdade é que precisamos entender o nosso papel na prevenção e no tratamento da doença, mudando hábitos e abandonando de vez o comportamento perigoso da negação, que faz com que muitas mulheres deixem de realizar exames com medo do resultado.

Chegou a hora de conversar com seu médico e criar um plano de cuidado preventivo, considerando que o envelhecimento, a genética, a reposição hormonal, histórico familiar, menopausa ou gravidez tardias e uso de anticoncepcional oral, além de sedentarismo, obesidade e álcool são fatores de riscos importantíssimos e demandam atenção.

O câncer de mama tem cura e os índices podem chegar a 90% quando a doença é identificada em seu estágio inicial.

Pense nisso, vamos contrariar as estatísticas cuidando da nossa saúde e ajudando a espalhar essa corrente pela vida.

Fontes:
Sociedade Brasileira de Mastologia (SMB)
INCA Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica
Estudo Ipec de 2023




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Relatório de Transparência e Igualdade Salarial

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